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Falta de posto médico resolvida com feiras de saúde em município de Luanda

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/07/2017 Administrator

Centenas de moradores de um bairro de Luanda estão sem acesso aos serviços de saúde devido a falta de um posto médico na localidade, informaram as autoridades locais, que realizam uma feira da saúde para assistência aos cidadãos.

A informação foi transmitida à Lusa pela diretora de Saúde do município do Kilamba Kiaxi, um dos nove da capital angolana, Josefa Cardoso da Costa, que lamentou a falta de um centro de saúde no Bairro 28 de Agosto, justificando a realização destas feiras.

Trata-se "de um bairro onde não existem os cuidados de saúde, ou seja, não existe centro de saúde e hospitais e a população, para ter acesso a esses serviços, tem que se deslocar para outros distritos distantes e por ser uma população com poucos recursos", disse.

De acordo com a dirigente, a direção municipal de Saúde do Kilamba Kiaxi disponibiliza nestas feiras, a última das quais teve lugar no sábado, serviços de pediatria, clínica geral, aconselhamento e testes voluntários do VIH, além de testes rápidos de malária para os mais de 500 habitantes do bairro.

"Também realizamos palestras de sensibilização a nível do saneamento básico, recolha e tratamento de lixo domiciliar, sobre a cólera e malária que são as doenças endémicas", acrescentou, considerando preocupante o quadro sanitário do município.

"Temos défice no saneamento básico e temos uma população muito carente. Como não temos nenhum centro de saúde e nem hospitais na localidade, então há algum interesse de levar esses serviços à nossa população uma vez que ela não possui grandes recursos", observou.

Josefa Cardoso da Costa precisou ainda não ser esta a primeira iniciativa da direção de saúde do município, admitindo que a construção de um centro de saúde no distrito do Nova Vida, um dos quatro do município, "está dependente" das instâncias superiores.

"A previsão da construção de um centro de saúde no distrito depende das instâncias superiores, mas é provável que haverá sim, porque eu vi que já foram feitos alguns estudos para esse caso. Mas vamos aguardar", concluiu.

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