Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

FC Porto e Ricardo Pereira de acordo sobre o futuro

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/08/2017 Alcides Freire

Renovação deixou de ser processo urgente, uma vez que o contrato do internacional português se estica até 2019, mas vai avançar. Duração, vencimento e cláusula serão ajustados ao papel de intocável

Falta pouco menos de um mês para encerrar o mercado de transferências nos principais campeonatos europeus, mas é garantido que Ricardo Pereira vai fazer parte do plantel do FC Porto depois do dia 31 de agosto. Ao que O JOGO apurou, as duas partes já dão o facto como consumado, até porque a possibilidade de algum clube pagar os valores que a SAD exige para libertar o lateral-direito é cada vez menor. A isso acresce ainda a felicidade e a segurança do jogador com o papel que lhe foi reservado por Sérgio Conceição, que desde o primeiro jogo-treino, com a Académica, lhe atribuiu a titularidade no lado direito da defesa. Por isso, a renovação deixou de ser um processo tão urgente como a de Aboubakar ou Marcano.

© Fornecido por O jogo

Apesar de tudo, a intenção portista continua em cima da mesa, assim como a abertura do internacional português para prolongar o contrato. O facto de este só expirar em 2019, porém, oferece maior margem temporal para negociar o novo vínculo, que contemplará um aumento do número de anos de ligação, um vencimento mais ajustado ao estatuto de intocável do atleta e uma cláusula de rescisão superior a 25 milhões de euros. O acordo poderá mesmo ser assinado apenas após o fecho da janela para compra e venda de jogadores neste verão.

Está, assim, praticamente concretizado um dos desejos para este defeso de Sérgio Conceição, cuja admiração por Ricardo cresceu exponencialmente pelo rendimento que este apresentou ao serviço do Nice. De resto, o treinador apostou no internacional português em quase todos os jogos efetuados pelo FC Porto na pré-temporada. A exceção foi a receção ao Paços de Ferreira, uma vez que o plano de Conceição visava dar-lhe 90 minutos no encontro com o Gil Vicente, que se realizou no mesmo dia. Um sinal de confiança recebido com agrado pelo jogador, que sonha com a possibilidade de figurar nas próximas convocatórias de Fernando Santos, mesmo sabendo que a concorrência é larga.

Pelas indicações dadas ao longo da pré-temporada, tudo aponta para que Ricardo arranque o campeonato como titular no lado direito da defesa. O português surge no primeiro lugar da hierarquia no que toca ao lado direito da defesa, que também pode ser ocupado por Maxi (segundo) e Layún (terceiro), mas é visto igualmente como um triunfo para jogar mais à frente. Sérgio Conceição experimentou essa solução por mais do que uma vez e a resposta foi, como se esperava, positiva, ou não tivesse sido formado como extremo. Neste momento, até surgirá logo atrás de Corona nestas contas, pelo facto de as últimas exibições de Hernâni não terem sido muito conseguidas. Também por esta utilidade, a continuidade de Ricardo pode revelar-se tão ou mais importante do que um reforço. E por já não haver margem para dúvidas, o assunto deixou de o ser.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon