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Federação chinesa de futebol quer crescimento sustentável apesar dos gastos

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/03/2017 Ana Proença

Lin Xiaohua, vice-presidente da federação de futebol da China, defendeu esta quinta-feira, no Football Talks 2017, no Estoril, que apesar dos elevados gastos com transferências, é objetivo da federação fazer o futebol chinês crescer "de forma sustentável e saudável".

Lin Xiaohua explicou que, na China, existe futebol profissional apenas desde 1994 e que "muitos clubes profissionais não têm mais de 20 anos de história".

© FPF

"Temos 47 membros, 16 clubes na Superliga e 16 na divisão A, 24 clubes segunda divisão e não mais de 2000 mil clubes amadores pelo país", disse, garantindo que, apesar dos custos elevados conhecidos com transferências - 160 milhões de euros gastos em 2017 -, a federação chinesa "tenta manter a calma e atingir um crescimento saudável e sustentável, através de uma reforma a que puseram o nome ""Great call of China" [trad. livre: o grande chamamento chinês].

"Em relação aos clubes, há três pilares: um programa restrito de licenciamento, fair-play financeiro e a aposta na formação. É muito difícil para os clubes profissionais sobreviverem. Não têm um bom programa de formação. Queremos mudar este cenário", declarou.

"Atualmente a maior parte dos jogadores vem da América do Sul, da Ásia, assim como de África e da Austrália. Esperamos que no futuro possamos ter mais jogadores de topo de Portugal e Europa na nossa liga", afirmou ainda.

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