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Feira inicia em fevereiro requalificação de 2,2 ME na Quinta do Castelo - Câmara

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/08/2017 Administrator

A Câmara de Santa Maria da Feira anunciou hoje que pretende arrancar em fevereiro com obras de 2,2 milhões de euros na Quinta do Castelo, cenário do parque natalício Perlim e dos Banhos de São Jorge da Viagem Medieval.

Em causa está a recuperação das grutas artificiais e do lago da propriedade, valorização da componente florestal dos seus quatro hectares com valências novas como percursos pedonais, recursos cénicos e estruturas que facilitem campismo e estacionamento temporários.

Comparticipado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, o investimento é encarado pelo presidente da autarquia como determinante para a valorização de "um património natural e cultural intimamente relacionado com o Castelo da Feira" - que é contíguo à área a intervencionar.

"O projeto representou um desafiante exercício para a preservação da memória e identidade do espaço e combina esses objetivos com as necessidades de um futuro sustentável, nomeadamente ao nível dos custos de funcionamento e manutenção do espaço", explica Emídio Sousa.

"Será uma importante ação no contexto do novo espaço público, mais verde e mais inclusivo, que queremos colocar à disposição dos nossos munícipes e visitantes", realça o autarca.

A empreitada seguirá um projeto que envolveu "uma equipa multidisciplinar de especialistas" do ateliê BBV, da empresa Struconcept e dos serviços técnicos da Câmara da Feira, sob orientação científica da arquiteta paisagista e engenheira agrónoma Teresa Andresen.

Segundo fonte da autarquia, a obra será lançada a concurso público ainda no segundo semestre de 2017, após o que o objetivo é arrancar com os trabalhos no terreno em fevereiro de 2018 e concretizá-los depois em duas fases: uma entre fevereiro e junho, para que durante a recriação da Viagem Medieval, em agosto, a quinta possa voltar a acolher a área temática que aí vem sendo dinamizada pelas Termas de São Jorge; e a outra etapa de obras entre setembro e novembro, para que então se conclua efetivamente a empreitada.

No total, o projeto contempla 28 ações de requalificação, abrangendo desde intervenções ao nível da arquitetura e do paisagismo até à instalação de fundações e estruturas, equipamentos mecânicos e infraestruturas hidráulicas, elétricas e de telecomunicações.

A empreitada prevê, inclusive, a recuperação de um edifício antigo que atualmente se encontra "em escombros", mas será assim transformado num espaço de apoio às atividades a desenvolver no parque.

Outras medidas anunciadas são: a recuperação da vegetação da quinta, a plantação de árvores e arbustos, a deslocação do Portão da Cruz (também denominado "Porta da Cerca") para a entrada principal da propriedade, a beneficiação dos sistemas de rega da propriedade, a melhoria das suas infraestruturas de drenagem, saneamento e abastecimento, o reforço da rede de telecomunicações do local e a instalação de sistemas de sonorização e iluminação adequados à sua oferta regular de espetáculos.

O objetivo global, diz fonte da autarquia, é "reorganizar" a Quinta do Castelo, "salvaguardando de forma estrutural e sustentável a sua memória e identidade, para um maior e melhor usufruto desse património cultural e natural pelos residentes e visitantes de Santa Maria da Feira".

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