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Feirantes protestam frente à Câmara de Braga contra "péssimas condições" do terrado

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/07/2017 Administrator

Feirantes estão a manifestar-se frente à Câmara de Braga contra as "péssimas condições" do terrado temporário da feira semanal, acusando a autarquia de "má-fé e de prometer e não cumprir", disse, hoje de manhã, um dos envolvidos.

Em declarações à Lusa, Carlos Valentim, feirante em Braga, explicou que o recinto que a InvestBraga (empresa municipal que gere a feira semanal) disponibilizou para que aquela atividade económica se realize enquanto o habitual terreno, localizado no Parque de Exposições de Braga, está em obras, "não tem condições" o que está a "prejudicar muito" o negócio.

Contactada pela Lusa, a Câmara Municipal de Braga remeteu para mais tarde um esclarecimento, sendo que, adiantou, um grupo de feirantes está a ser recebido por um representante do presidente da autarquia, que se encontra fora do município.

"A InvestBraga fez a alteração do sítio por causa das obras mas não foi organizado um sorteio correto, disponibilizaram um espaço para 150 feirantes num espaço em terra sem condições, sem acessos, em terra batida, quando chove é lama, em tempo seco é um pó insuportável", explicou Carlos Valentim.

Segundo o feirante, "não há condições para trabalhar, ao final do dia o produto exposto está estragado por causa do pó, o cliente não vai ali, não vai ali ninguém, isto está a prejudicar muito o negócio".

Os feirantes acusam a autarquia de "má-fé" e de não estar a cumprir o que prometeu. "Fomos recebidos por um engenheiro da InvestBraga [na primeira semana se julho o grupo dirigiu-se às instalações daquela empresa municipal para manifestar o desagrado com as condições do recinto] e foi prometido que iam pôr um piso novo, não foi feito nada, não usaram de boa-fé, estão de má-fé e acho que nada vão fazer", disse.

Carlos Valentim lembrou ainda a promessa de redução do valor das taxas a pagar para ter o negócio a funcionar. "As taxas são enormes, fizeram a promessa que iam reduzir entre 15 a 20%, mas foi só promessa, nada. Prometam mas não cumprem", acusou.

As queixas dos feirantes prendem-se com as "condições do terreno, em terra batida" e a falta de condições de higiene, "com a existência de apenas uma casa de banho"

Queixam-se igualmente de não existirem ponto de água nem eletricidade, da falta segurança no espaço, da colocação das tendas de alimentos colocadas no descampado, "no meio do pó", e de que "nenhuma ambulância ou carro de bombeiros consegue entrar na feira em caso de emergência".

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