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Fernando da Piedade Dias dos Santos eleito presidente do parlamento angolano

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Administrator

O deputado do MPLA Fernando da Piedade Dias do Santos "Nandó", 65 anos, foi hoje reconduzido no cargo de presidente da Assembleia Nacional de Angola para a nova legislatura, funções que já ocupava desde 2012.

A eleição de Fernando da Piedade Dias do Santos, que ocupou o terceiro lugar da lista do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições gerais angolanas de 23 de agosto pelo círculo nacional, foi feita hoje, em Luanda, na reunião constitutiva da IV Legislatura (2017 - 2022).

Os dois primeiros da lista do partido no poder em Angola desde 1975, João Lourenço e Bornito de Sousa, foram automaticamente eleitos Presidente e vice-Presidente da República, respetivamente, e já tomaram posse na terça-feira.

Fernando da Piedade Dias do Santos, eleito pela primeira vez à então Assembleia do Povo, em 1986, encabeçou a única proposta apresentada ao sufrágio dos deputados, indicada pelo MPLA, o partido maioritário, tendo recebido apenas uma abstenção e nenhum voto contra.

A votação decorreu com o método de "mão levantada" - e não com votação secreta, como previsto como primeira forma no regulamento da Assembleia Nacional -, após requerimento apresentado por deputados das várias bancadas, invocando questões de celeridade do processo.

Fernando da Piedade Dias do Santos, antigo comandante da Polícia Nacional, foi nomeado primeiro-ministro de Angola em dezembro de 2002 e entre 2010 e 2012 ocupou o cargo de vice-presidente da República.

Na sequência das eleições gerais angolanas de 23 de agosto foram hoje empossados os 220 deputados eleitos, dos quais 150 são MPLA (que mantém a maioria qualificada no parlamento), 51 da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), 16 da Convergência Ampla de Salvação de Angola -- Coligação Eleitoral (CASA-CE), dois do Partido da Renovação Nacional (PRS) e um da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA).

Por não chegarem aos três deputados, PRS e FNLA não vão constituir grupos parlamentares.

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