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Fernando Santos e a visita do Papa: "Gosto do silêncio de Fátima"

Logótipo de O Jogo O Jogo 23/04/2017 Rui Trombinhas

Fernando Santos, de 62 anos, assume ter devoção a Nossa Senhora, mas, adorar "Deus acima de todas as coisas".

© Fornecido por O jogo

O selecionador de futebol de Portugal, Fernando Santos, encara com "normalidade" a visita do papa a Fátima e destaca o eco que têm tido os apelos de Francisco "em causas como a solidariedade e o amor ao próximo".

"Encaro esta visita com toda a naturalidade, da mesma forma que quando vieram Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI. Acho que esta visita do santo padre a Fátima é perfeitamente normal, principalmente este ano, em que se comemora o centenário das 'aparições'", disse Fernando Santos à agência Lusa.

O selecionador, que depois de alguns anos afastado da igreja assumiu, a partir de 1994, uma vida cristã ativa, ainda não sabe se marcará presença no santuário de Fátima a 13 de maio, dia no qual o papa Francisco presidirá também à cerimónia de canonização dos pastorinhos Jacinta e Francisco.

"Ainda vou ver se estarei [em Fátima], é muito possível que sim, mas ainda não sei. Gosto do silêncio de Fátima, não gosto tanto do barulho de Fátima", disse.

Fernando Santos, que em julho passado levou a seleção portuguesa à conquista do título de campeã europeia, admite já ter estado "duas ou três vezes" em Fátima nas datas comemorativas das "aparições" de 1917, mas acrescenta: "Não é muito normal eu estar em Fátima com muita gente. Eu gosto do silêncio de Fátima, não gosto do barulho de Fátima ".

O técnico, que já orientou, entre outros, os três 'grandes' do futebol português e a seleção da Grécia, entende que mais importante do que avaliar o impacto que a visita do papa poderá ter na igreja portuguesa é avaliar o seu significado na relação com Deus.

"A igreja é, obviamente, o rosto visível do catolicismo, mas o que é importa é que isso [a presença do papa em Fátima] tenha um forte significado na relação com Deus", afirma.

Francisco vai estar menos de 24 horas em Fátima, onde presidirá às cerimónias do centenário das "aparições" na Cova da Iria e vai canonizar os pastorinhos Jacinta e Frrancisco.

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