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Fernando Santos: "Não acho possível o Cristiano ter menos motivação"

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/08/2017 Hugo Monteiro

Na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com as Ilhas Faroé, o selecionador nacional afirmou que não espera um Cristiano Ronaldo diferente daquele a que os portugueses estão habituados.

Castigo de Ronaldo no Real Madrid: "Não acho que é possível o Cristiano ter menos motivação. Nunca o vi desmotivado. Nos jogos oficiais, nos que não são, apresenta sempre a sua característica especial de ser vencedor, de querer fazer bem e sempre o melhor. Todos os que aqui estão têm isso interiorizado e isso como princípio".

Mundial a um ano: "Tenho é que ganhar o jogo de amanhã. Não gosto muito de projeções para o futuro, faltam quatro jogos, queremos estar presentes no Mundial, para isso conto com todos os que tenho à minha disposição. Felizmente tenho opções, escolho com consciência, todos vêm no sentido de ajudar de fazer parte deste 'nós'. Este apoio do público tem sido muito importante também, a lotação está esgotada, mais uma grande resposta do povo português. Até junho de 2018 teremos tempo para pensar nas opções".

Processo de trabalho antes dos jogos: "Todos os treinadores têm um plantel, fazem opções, trabalham sobre aquilo que pensam do jogo, o que esperam do adversário, o entendimento e entrosamento dos jogadores, que no clube trabalham todos os dias. Nós não nos víamos desde a Rússia. Terça-feira aproveitámos o que pudemos. Aquilo que é o entrosamento daqueles que já nos conhecem melhor. Tenho a felicidade de poder dormir tranquilo. Os que vão jogar vão dar o seu melhor e esse é um dos nossos aspetos fortes. O resultado não conta muito para o totobola, o que importa é o rigor e confiança absoluta em vencer o jogo".

© Filipe Amorim/Global Imagens

Sobre a lesão de Adrien: "Vamos esperar, ainda, nem sei se está apontado à Hungria. Está connosco, tem vindo a evoluir e amanhã fará um treino. Na sexta-feira vamos analisar a condição dele. Se entendermos que não está em condições, não viajará connosco".

Bons resultados ajudam na integração de novos jogadores? "Desde que cheguei já perdi a conta àqueles que entraram. Ouço falar do Adrien, do João Mário, do William, que estiveram logo na minha primeira convocatória. Esta Seleção sempre foi uma porta aberta. Estes jogadores mais novos vêm de um trabalho fortíssimo ao nível da formação. É um processo de acompanhamento. Tive logo a oportunidade de trabalhar com alguém que conhece bem muitos estes jogadores [Ilídio Vale] e tenho uma relação privilegiada com o Rui [Jorge]. Isto resulta de um trabalho excelente da Federação e dos clubes, os principais artífices deste crescimento. O campo de escolha vai-se alargando".

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