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Festival Tom de Festa junta em Tondela "o que de melhor se faz na área da música"

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

O festival Tom de Festa reúne em Tondela "o que de melhor se faz na área da música", propondo também, a partir de hoje, apresentações de livros e discos, exposições e diversificadas experiências gastronómicas em quatro dias, segundo a organização.

De acordo com Miguel Torres, da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT), o festival de quatro dias "vai estar cheio de espetáculos, com música de grande qualidade", mas vai propor também um conjunto de exposições, 'workshops' e apresentações de livros e de discos.

"Não vamos ter um dia mais forte do que os outros, porque o Tom de Festa vale pelo seu todo e pela diversidade. Vai do fado ao 'funk' e até passa pelo 'Tom de Filmes', que foi criado especificamente para o festival. As bandas sonoras de filmes servem de mote a esta aventura musical que junta 140 músicos em palco, da Casa do Povo de Tondela e à Sociedade Filarmónica Tondelense", revelou.

A 27.ª edição do Tom de Festa, um dos mais antigos festivais de músicas do mundo, arranca hoje e decorre na cidade de Tondela até sábado.

Ricardo Ribeiro, Cais do Sodré Funk Connection, Daniel Pereira Cristo, com "Cavaquinho Cantado" e Ronaldo Firmino são os nomes anunciados para o primeiro dia.

Na quinta-feira, sobem ao palco os Três Tristes Tigres, que a organização vê como sendo "um regresso muito desejado" e que "será muito procurado pelo público".

No dia seguinte, a "Queima do Judas" será celebrada através do repertório musical que lhe tem dado vida nos últimos anos e que servirá também para homenagear um dos seus líderes musicais, Fran Pérez, que faleceu no último ano.

Destaque ainda para "um espetáculo muito marcante", que será levado ao palco, no sábado, pela companhia teatral Chévere. A opereta intitulada 'Annus Horríbilis' já tinha sido apresentada em Tondela e regressa 25 anos depois, numa altura em que a companhia espanhola assinala 30 anos.

À agência Lusa, Miguel Torres explicou ainda que o público terá a oportunidade de assistir às atuações de Cachupa Psicadélica, na quinta-feira, Luca Argel, na sexta, e The Drowning Bride, projecto de Ana Figueiras, no sábado.

"Vamos também ter os oleiros [de Molelos], que o ano passado fizeram connosco o projeto 'Desalinhados' e que este ano vão construir um forno de papel para cozer louça ao vivo", acrescentou.

A gastronomia terá também lugar de destaque no festival, tendo sido convidados quatro parceiros para, em cada dia, mostrarem o que de melhor sabem confecionar.

Uma das novidades deste ano é o lançamento de uma pulseira que se cola no pulso e que dará acesso aos quatro dias do festival pelo valor de cinco euros.

"Tentámos criar um preço suficientemente atrativo, para dar acesso a todos a esta programação de grande qualidade para os quatro dias. É uma estratégia diferente dos outros anos e seria ótimo termos uma média de mil pessoas por noite", concluiu.

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