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Filipe Augusto paga a crise do Benfica

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/09/2017 Hugo Monteiro
© Filipe Amorim/Global Imagens

Luisão defendeu o companheiro, abraçando-o e pedindo aplausos às bancadas, enquanto Rui Vitória desvalorizou o tema, frisando que na Luz "não há nenhum jogador que perca sozinho"

Alvo de críticas, Filipe Augusto ouviu assobios no momento da substituição (saiu aos 74" por Jonas) e não gostou. E, apesar do 1-1, o médio saiu a passo lento, reagindo de forma irónica. O camisola 6 não parou de aplaudir os adeptos, o que provocou maior contestação, ouvindo nova onda de assobios. À chegada ao banco, foi defendido por Luisão, que o abraçou, dirigindo-se depois às bancadas pedindo aplausos para Filipe Augusto (algo que não se verificou), que mereceu também o cumprimento de Tiago Pinto, diretor-geral da SAD.

Confrontado com a situação, Rui Vitória desvalorizou. "Ouvi muito mais aplausos do que assobios, mas isto faz parte da vida. Às vezes as pessoas estão tristes, mas este é um grupo envolvido", frisou, ressalvando o espírito de grupo das águias: "No final, vi a comunhão entre atletas e, depois, com muitos adeptos a entenderem o que fazemos. Aqui não há nenhum jogador que sozinho perca um jogo ou um campeonato, ou que o ganhe. Essa é a nossa filosofia."

Após o aperto da véspera, os jogadores receberam ontem apoio - na fase final houve algum nervosismo e alguns assobios -, com os adeptos a responderem com aplausos ao grito de união que o plantel deu em pleno relvado, após o qual agradeceu aos seus fãs a força das bancadas. Porém, já com o relvado praticamente vazio, ainda se ouviu o cântico: "Honrem a camisola."

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