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Franceses apontam quatro motivos que levaram ao despedimento de Ancelotti

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Hugo M. Monteiro

Xabi Alonso e Philipp Lahm são apenas dois dos motivos que levaram ao arranque negativo da temporada.

O despedimento de Carlo Ancelotti parece ter apanhado o mundo do futebol de surpresa, mas há quem afirme que o fim da linha para o técnico italiano começou logo no arranque da temporada.

© EPA/ARMANDO BABANI

O jornal francês L'Équipe enumerou quatro motivos que explicam o mau começo de época do Bayern e, por consequência, o despedimento de Ancelotti, que conquistou o título da Bundesliga na primeira época ao serviço dos bávaros.

A publicação francesa começa por apontar as saídas de Philipp Lahm e Xabi Alonso, que colocaram um ponto final na carreira, como o principal motivo do arranque negativo do Bayern. O "vazio" deixado pelos dois jogadores não foi colmatado pelo clube, tampouco solucionado pelo técnico. A lesão de Manuel Neuer também parece ter acelerado a queda de Ancelotti: o guarda-redes, apelidado por muitos como o melhor guarda-redes do mundo, lesionou-se com gravidade e só regressará aos relvados em 2018, sendo que os substitutos não impressionam.

As "decisões estranhas" de Ancelotti também são questionadas pelo jornal francês, especialmente as ausências deliberadas de Hummels, Boateng, Ribéry e Robben. A derrota frente ao PSG desvendou também um balneário fragmentado, evidente pelas palavras de Robben no final da partida.

Por fim, o fraco investimento. Para o jornal L'Équipe, a "poupança" dos bávaros pode explicar o insucesso fora da Alemanha, uma vez que o clube "nunca pagou mais de 40 milhões de euros por um jogador", estando longe dos investimentos de clubes como, por exemplo, Manchester United, Paris Saint-Germain e Real Madrid.

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