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Gás lacrimogéneo e balas de borracha contra grevistas em universidade moçambicana

Logótipo de O Jogo O Jogo 13/07/2017 Administrator

A polícia de intervenção rápida moçambicana usou hoje gás lacrimogéneo e disparou balas de borracha para dispersar funcionários em greve no recinto da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo.

O porta-voz dos funcionários em greve, António Muzime, condenou a intervenção e responsabilizou a direção da UEM, que acusa de "falta de humanismo".

De acordo com a Agência de Informação de Moçambique (AIM), alguns grevistas ficaram feridos devido ao pânico que se gerou no local, na sequência dos disparos pelos agentes da polícia.

O corpo técnico administrativo da UEM está em greve desde quarta-feira e reclama o pagamento de um bónus de efetividade devido desde novembro de 2016.

Segundo a AIM, são devidos 21 milhões de meticais (cerca de 304 mil euros) a 1.018 funcionários.

A paralisação está a comprometer a realização de exames nalgumas faculdades.

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