Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

GNR registou dez ocorrências com equipas de arbitragem

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/04/2017 Pedro Costa

Entre o início do ano e o dia 23 de março, a GNR teve de intervir em dez ocasiões por causa de problemas com os árbitros.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou dez ocorrências relacionadas com elementos de equipas de arbitragem do início de 2017 até 23 de março, contra sete registadas durante todo o ano de 2016.

O registo da Guarda Nacional Republicana refere-se a acontecimentos "na área de responsabilidade da GNR", adiantou a mesma fonte.

O presidente da APAF, Luciano Gonçalves, disse a 4 de abril que se está a assistir a uma "escalada de agressões a árbitros em Portugal".

"Os árbitros para poderem desempenhar as suas funções de uma forma tranquila precisam de segurança como qualquer um de nós nas nossas atividades e profissões. Precisam de estar tranquilos, é isso simplesmente que a arbitragem pede", sublinhou Luciano Gonçalves, no fim de uma reunião com árbitros a 22 de março.

A 2 de abril, José Rodrigues, árbitro do jogo Rio Tinto-Canelas, da Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto, foi agredido por Marco Gonçalves, jogador da equipa visitante e membro dos SuperDragões, claque do FC Porto.

O jogador em causa atingiu o árbitro com uma joelhada na cara aos dois minutos de jogo, na sequência do cartão vermelho direto que o juiz lhe exibiu por ter agredido um adversário.

Dois dias depois, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou a implementação de um plano nacional de segurança adicional para as equipas de arbitragem das suas competições.

Entre elas está uma "política de tolerância zero" contra a violência e "policiamento obrigatório em jogos de clubes com historial de violência", anunciou o vice-presidente do organismo, Hermínio Loureiro, depois de uma reunião com a APAF.

© Fornecido por O jogo

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) lançou, no início do mês, uma campanha para exigir "a obrigatoriedade do policiamento em todos os jogos de futebol", à qual se associou a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

A campanha da APAF, denominada "Respect the Referees", apela ao respeito pelo exercício de funções dos árbitros e à obrigatoriedade do policiamento em todos os jogos de futebol. O presidente da Liga, Pedro Proença, explicou a 6 de abril que esta decidiu aderir "por convicção" à iniciativa da APAF.

"Trata-se de uma campanha à qual nos associamos por convicção, pois toda e qualquer violência - não só a física - deve ser erradicada do futebol. É de louvar que a arbitragem exija das autoridades os níveis de segurança que o futebol profissional tem implementado, nomeadamente a sua obrigatoriedade nos recintos onde atuam", sustentou o dirigente, citado pelo sítio da Liga na Internet.

Para Pedro Proença, o policiamento já obrigatório nos jogos de futebol profissionais deve abranger também as competições "amadoras e de formação".

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon