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Governo angolano investe 6,4 milhões de euros em nova morgue para Luanda

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/08/2017 Administrator

O vice-presidente angolano procedeu hoje ao ato simbólico, que marcou a construção da nova morgue central de Luanda, com capacidade para a conservação de 200 cadáveres e custo de 1,2 mil milhões de kwanzas (6,4 milhões de euros).

Manuel Vicente lançou a primeira pedra para a construção da infraestrutura, a ser edificada nos próximos dois anos, no distrito urbano da Maianga, numa área de sete mil metros quadrados.

A nova morgue central de Luanda compreenderá áreas de autópsia e descontaminação dos corpos, três salas de famílias, sala de orações, instalações sanitárias, área de preparação de cadáveres, quatro salas de visualização, estacionamento e área administrativa.

No seu discurso, o ministro da Saúde de Angola, Luís Gomes Sambo, lembrou que a atual morgue de Luanda, com uma capacidade de acondicionamento para 130 cadáveres, mantém a mesma capacidade dos tempos quando a província tinha menos de um milhão de habitantes, hoje com seis milhões.

"O crescimento demográfico da província de Luanda exige o redimensionamento desses serviços, a fim de permitir um tratamento mais condigno aos cadáveres e um acolhimento mais afetuoso das respetivas famílias e amigos", disse o ministro.

Luís Gomes Sambo salientou que a capital de Angola conta ainda com necrotérios existentes em hospitais e outros locais expressamente criados para este efeito.

"A nova morgue central de Luanda servirá para conservar cadáveres temporariamente, enquanto se procede à sua identificação ou se aguarda a sua entrega às famílias, para efeitos funerários", avançou o ministro.

Segundo o governante, a nova infraestrutura terá a atribuição acrescida de investigar e esclarecer as causas morte, contribuindo assim para o desenvolvimento dos serviços de necropsia clínica e formação de médicos patologistas nos hospitais terciários, bem como o desenvolvimento dos serviços de necropsia forense e formação de médicos legistas.

Acrescentou que no domínio forense, o Ministério da Saúde irá colaborar com o Serviço de Investigação Criminal.

Este projeto deverá contar ainda com uma componente "importante e adequada", de acordo com o titular da pasta da Saúde, de formação de recursos humanos especializados para que se produza os resultados preconizados pelo executivo angolano.

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