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Governo de Cabo Verde reafirma intenção de reforçar serviços da embaixada em Paris

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O Governo de Cabo Verde reafirmou a sua intenção de reforçar os serviços da embaixada em Paris, onde se registam problemas no atendimento, obrigando os utentes a passarem a noite à frente da missão para conseguir senha de atendimento.

"No que respeita à situação vivida na embaixada em Paris, [...] tal como enunciado previamente, os seus serviços serão reforçados e a capacidade de atendimento às comunidades melhorará com a abertura de um consulado em Nice", adiantou o Ministério dos Negócios Estrangeiros cabo-verdiano em comunicado.

A reação do Governo cabo-verdiano surgiu depois de as dificuldades no atendimento nas embaixadas e consulados de Cabo Verde, nomeadamente em França, terem sido novamente noticiadas na comunicação social.

"O Governo de Cabo Verde tem acompanhado com preocupação as dificuldades existentes na maioria das missões diplomáticas e postos consulares no que se refere à qualidade dos serviços efetuados a todos que aí demandam para tratarem de documentação diversas", acrescenta o comunicado.

Vários cabo-verdianos, em França, têm passado a noite em frente à embaixada, em Paris, para conseguirem ser atendidos, queixando-se que apenas são distribuídas 12 senhas às terças, quartas e sextas-feiras.

Os utentes desta e de outras missões diplomáticas queixam-se também de problemas relacionados com a emissão de passaportes, que em certos casos chega a demorar dois anos.

"No que se refere à emissão de passaporte, o Governo reconhece que diversos constrangimentos alheios à sua vontade se têm verificado e está a trabalhar no sentido de as minimizar tentando resolver as dificuldades existentes, a breve trecho", refere o comunicado.

A demora e as dificuldades de atendimento nas embaixadas e postos consulares cabo-verdianos, nomeadamente em França, são recorrentes, com o atual Executivo a anunciar em finais de 2016 a abertura de um consulado-geral na cidade de Nice, para cobrir a zona sul de França, onde se estima residam cerca de 20 mil cabo-verdianos e descendentes.

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