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Governo de Macau pede ao canídromo um plano sobre futuro de 600 galgos após encerramento

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) de Macau anunciou hoje que vai pedir ao canídromo um plano sobre o futuro de 600 galgos, após o encerramento da pista de corridas, em 2018.

"Vamos enviar uma carta oficial para o canídromo a pedir-lhes para nos fornecer um plano" sobre o destino dos mais de 600 galgos após o fim da pista de corridas, afirmou o chefe da Divisão de Inspeção e Controlo Veterinário do IACM, Choi U Fai, numa conferência de imprensa de balanço da Lei de Proteção dos Animais, em vigor desde 01 de setembro de 2016.

A missiva, que vai ser enviada "ainda este mês", tem como objetivo perceber como vai o canídromo gerir tão elevado número de animais após o encerramento em julho do próximo ano. "É importante saber o projeto deles, como vão fazer", realçou Choi U Fai.

"Se [os galgos] não tiverem para onde ir, claro, vamos encontrar um lugar para eles. Se eles forem enviados para o IACM, passando para as mãos do IACM, claro que vamos fazer o melhor possível para encontrar quem os adote e cooperar com as associações de proteção de animais para encontrar bons donos para eles", disse o chefe da Divisão de Inspeção e Controlo Veterinário do IACM.

Contudo, ressalvou, "esta será a última opção", estando a 'bola' atualmente do lado do canídromo. "Temos de saber quais são os planos do canídromo, talvez tenham o seu próprio plano", observou.

"Os cães pertencem ao canídromo", pelo que "podem decidir dá-los a qualquer pessoa/entidade", reiterou, apontando que o Canil Municipal não tem capacidade para acolher tão elevado número de animais, mas que, ao abrigo da lei, o IACM terá de os aceitar, tal como nos casos dos animais que lhe são entregues por impossibilidade de manutenção pelos donos.

A operar há mais de meio século, o canídromo de Macau -- considerado uma das mais cruéis pistas de corrida de galgos do mundo por organizações internacionais -- vai fechar em julho do próximo ano.

Uma Ordem Executiva, publicada em dezembro último, deu à Companhia de Corridas de Galgos Macau (Yat Yuen) -- do magnata de jogo Stanley Ho -- a opção de terminar a exploração da atividade do canídromo ou relocalizá-la até 21 de julho de 2018.

No relatório anexo ao balanço financeiro de 2016, publicado em junho, a Yat Yuen afirma que, como o espaço utilizado terá de ser devolvido, o canídromo "terá de ser reposicionado". Nesse sentido, a empresa "propõe-se a criar um sistema de visualização de corridas no estrangeiro" e a "implementar um sistema de 'corridas virtuais'".

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