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Governo destaca taxa de desemprego mais baixa da década e crescimento do emprego

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/10/2017 Administrator

O secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, destacou hoje que a taxa de desemprego alcançou o valor mais baixo da década e que o crescimento do emprego surge como "a grande alavanca" do mercado de trabalho.

"A revisão em baixa no mês de agosto confirma a tendência do mercado de emprego ao longo do último ano. Significa que temos agora uma taxa 2,1 pontos percentuais abaixo do mês homólogo e que estamos perante um novo mínimo desde julho de 2008, portanto na prática estamos a falar do valor mais baixo da última década", disse à agência Lusa o governante.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu hoje em baixa de 0,1 pontos percentuais a taxa de desemprego de agosto para 8,8%, o valor mais baixo desde novembro de 2008, estimando para setembro uma nova queda para os 8,6%.

Para Miguel Cabrita, os novos dados divulgados apontam "para o aprofundamento de uma tendência" e sinalizam o crescimento do emprego "como a grande alavanca da melhoria do mercado de trabalho e da economia".

"Tem a ver com o comportamento do mercado de emprego ao longo do último ano, com o clima de confiança que é transversal, em alguns casos com níveis históricos, entre os consumidores, entre os investidores, entre os empresários, a que não é alheio o clima económico positivo que temos vivido e as políticas públicas que se têm orientado para uma devolução de rendimentos e para gerar também esse dinamismo económico que é completamente distinto daquele que tínhamos há uns anos", disse.

Miguel Cabrita realça ainda que esta recuperação do mercado de emprego "é muito alicerçada na criação de novos empregos, ou seja, o crescimento do emprego foi mais expressivo do que a diminuição do desemprego".

"Há um dinamismo muito forte, um fluxo muito forte de pessoas a entrar no mercado de trabalho", sinalizou.

O valor apurado para agosto representa uma descida em 0,1 pontos percentuais face ao mês anterior e menos 0,4 pontos percentuais em relação a três meses antes, sinaliza o INE.

A estimativa provisória da população desempregada de setembro foi de 442 mil pessoas, tendo diminuído 2,1% (9,7 mil) em relação ao mês anterior e 5,5% (25,8 mil) face ao observado três meses antes.

Já a estimativa da população empregada foi de 4,716,7 milhões de pessoas, tendo aumentado 0,1% (6,9 mil) em relação ao mês anterior e 0,8% (37,1 mil) em relação a três meses antes. Este valor foi revisto, relativamente ao provisório publicado há um mês, em mais 0,2% (11,7 mil)

Segundo o INE, em setembro a taxa de desemprego dos jovens (provisória) situou-se em 24,8%, contra os 24,8% observados no mês precedente.

Já a taxa de desemprego dos adultos foi de 7,2%, descendo dos 7,5% de julho.

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