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Governo dos Açores investe 1,5 ME no Pico para prevenir inundações

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/07/2017 Administrator

O presidente do Governo dos Açores anunciou hoje investimentos de 1,5 milhões de euros na rede hidrográfica da ilha do Pico para prevenir inundações, considerando uma aposta necessária porque em causa está a segurança de pessoas e bens.

"Esta é uma aposta necessária e uma aposta que nos deve orgulhar a todos, porque (...) o valor principal que aqui está em causa é o valor da segurança de pessoas e bens", afirmou Vasco Cordeiro, após inaugurar a obra de proteção contra o perigo de inundação na Prainha, concelho de São Roque do Pico, ilha onde hoje o executivo açoriano termina a visita estatutária.

A esta empreitada, de 350 mil euros, que inclui o desvio para a ribeira da Areia de uma nova linha de água formada nos temporais de outubro de 2012, somam-se mais duas na ilha do Pico, num valor global superior a 1,1 milhões de euros, em São Caetano, concelho da Madalena, que estão em curso.

Vasco Cordeiro adiantou que a obra se insere no âmbito do programa de reabilitação da rede hidrográfica dos Açores que até agora representou um investimento público na ordem dos 5,3 milhões de euros.

A este acresce a "manutenção e limpeza das linhas de água", adiantou Vasco Cordeiro, destacando que, "de ano para ano", o Governo Regional tem "afetado recursos financeiros crescentes para esses fins e, comparativamente a 2012", quando passou a liderar o executivo, as correspondentes dotações orçamentais quadruplicaram.

O governante ressalvou que num arquipélago com uma rede hidrográfica com uma extensão de sete mil quilómetros distribuída por mais de 700 bacias hidrográficas "é necessário mais do que essa aposta exclusiva em obras", por mais importância que tenham.

A este propósito exemplificou o Plano de Gestão de Riscos de Inundações, aprovado recentemente, ou o alargamento da rede hidrometeorológica dos Açores, "passando a integrar 99 estações automáticas" nas nove ilhas do arquipélago.

"No caso concreto da ilha do Pico, existem 14 estações automáticas em funcionamento", precisou o chefe do executivo regional, referindo que estas "efetuam a teletransmissão de dados em tempo real", o que permite "o conhecimento atempado do ciclo hidrológico com a perceção rigorosa das disponibilidades hídricas".

Por outro lado, acautela "a defesa de pessoas e bens contra fenómenos extremos", explicou Vasco Cordeiro, realçando a importância de estes dados estarem disponíveis 'online', o que possibilita "o acesso de qualquer cidadão a esta informação atualizada para fins pessoais, profissionais e científicos".

O governante acrescentou que os dados desta rede hidrometeorológica, após tratamento pelo Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores, são utilizados "para a emissão e difusão de alertas em caso de perigo de ocorrência de movimentos de vertentes associados a episódios de precipitação" num processo que envolve a Proteção Civil regional.

A deslocação do executivo regional ao Pico, a primeira desta legislatura à ilha do grupo central do arquipélago, cumpre o Estatuto Político-Administrativo da região, segundo o qual este deve visitar cada uma das ilhas pelo menos uma vez por ano e que o Conselho do Governo se reúna na ilha visitada.

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