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Governo moçambicano diz ser importante acordo com ENI e Anadarko sobre terminal marítimo de gás

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/08/2017 Administrator

O Governo moçambicano considerou hoje "importante" a assinatura com a ENI e Anadarko do contrato de concessão do Terminal Marítimo de Gás Natural Liquefeito (GNL) das Áreas 1 e 4 da Bacia do Rovuma, norte de Moçambique.

"Foi um ato importante para um processo de negociação que vinha decorrendo há três anos", afirmou, em declarações aos jornalistas, a ministra dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Letícia Klemens, após rubricar os acordos.

Letícia Klemens assinalou que os acordos criam condições para que as multinacionais ENI, italiana, e Anadarko, norte-americana, iniciem a construção das infraestruturas necessárias para a produção de GNL que vão extrair na Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Com o passo dado hoje, prosseguiu, a Anadarko vai acelerar o processo de tomada da Decisão Final de Investimento (DFI), seguindo o exemplo da ENI, que anunciou em maio que vai investir cerca de oito mil milhões de dólares no projeto de desenvolvimento de GNL na Bacia do Rovuma.

A ministra salientou igualmente que o ato de hoje abre caminho para o início do processo de reassentamento das comunidades residentes nas zonas onde a ENI e a Anadarko vão executar os seus projetos.

O Terminal Marítimo de GNL, das Áreas 1 e 4 da Bacia do Rovuma, será construído na Ponta Afungi, baía de Tungue, distrito de Palma, província de Cabo Delgado.

Ainda hoje, Lectícia Klemens assinou licenças especiais relacionadas com os projetos de desenvolvimento de gás natural pela ENI e Anadarko com os ministros da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, das Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, e dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita.

A ENI lidera um consórcio, incluindo a portuguesa Galp, que vai desenvolver um projeto de produção de GNL em plataforma marítima na concessão da Área 1 da Bacia do Rovuma, enquanto a Anadarko é concessionária, também em consórcio da Área 4, na mesma região.

Os dois consórcios identificaram reservas de gás natural que ascendem a 200 biliões de pés cúbicos na Bacia do Rovuma.

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