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Governo pede aos bancos para contrariarem falta de cultura de poupança nos angolanos

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/10/2017 Administrator

O Governo angolano exortou hoje os bancos que operam no país a adotarem mecanismos que permitam contrariar a "inexistência de uma cultura de poupança" em Angola, insuficiente para as necessidades de crédito.

A posição foi assumida hoje, em Luanda, pela secretária de Estado para o Orçamento e Investimento Público, Aia Gomes da Silva, na abertura da conferência de apresentação da 12.ª edição da publicação Banca em Análise, promovida pela consultora internacional Deloitte.

"Tem-se verificado que a poupança interna não é suficientemente elástica para acolher as diferentes necessidades internas, incluindo do Estado", apontou a governante, acrescentando que o assunto já tem sido abordado com as instituições financeiras angolanas.

"Os bancos são os primeiros interessados em fomentar essa cultura de poupança desde tenra idade", exortou Aia Gomes da Silva, falando diretamente para os vários presidentes de bancos presentes no evento da Deloitte.

Segundo o levantamento anual da consultora, o crédito líquido a clientes em Angola aumentou 12% entre 2015 e 2016, chegando, no conjunto dos bancos analisados, aos 3,062 biliões de kwanzas (15,6 mil milhões de euros).

O peso dos depósitos em moeda nacional manteve a sua tendência de crescimento em 2016, em detrimento da moeda estrangeira, passando a representar 67% dos depósitos totais, que somaram 7,043 biliões de kwanzas (35,8 mil milhões de euros), um crescimento de 16% face a 2015, ainda segundo o mesmo relatório.

O número de balcões em Angola ultrapassou os 1.800, enquanto o total de funcionários bancários chegou a mais de 21.600.

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