Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Governo: PEV respeita demissão, mas exige "medidas urgentíssimas" nas florestas

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/10/2017 Administrator

O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) respeita a demissão da ministra da Administração Interna, mas alerta hoje que é preciso tomar "medidas urgentíssimas" na política florestal, prevenção e combate aos incêndios. "Se o primeiro-ministro considerava que nesta circunstância a ministra não tinha condições para continuar, fez bem em aceitar essa demissão", afirmou à Lusa a deputada Heloísa Apolónia, do PEV, num comentário à decisão de Constança Urbano ...

O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) respeita a demissão da ministra da Administração Interna, mas alerta hoje que é preciso tomar "medidas urgentíssimas" na política florestal, prevenção e combate aos incêndios.

"Se o primeiro-ministro considerava que nesta circunstância a ministra não tinha condições para continuar, fez bem em aceitar essa demissão", afirmou à Lusa a deputada Heloísa Apolónia, do PEV, num comentário à decisão de Constança Urbano de Sousa.

No entanto, são se pode "cair no erro de considerar que a demissão da ministra resolveu um problema" e pede que, "no âmbito da estrutura da floresta, da prevenção, do combate, da proteção de pessoas, há medidas urgentíssimas que têm que ser tomadas"

"É preciso criar margem e condições orçamentais para que as respostas sejam efetivamente dadas", insistiu a parlamentar do PEV, partido que apoia o Governo do PS na Assembleia da República.

Para a deputada dos Verdes, há "décadas perdidas" em Portugal na política florestal, prevenção e combate aos incêndios florestais, havendo "soluções que deveriam ser tomadas e foram permanentemente adiadas porque não foram consideradas prioritárias".

Politicamente, segundo disse, é ao primeiro-ministro que tem de fazer a avaliação sobre se a saída foi ou não tardia de uma ministra sem condições de continuar a sê-lo.

"O primeiro-ministro achou que era aceitável essa inexistência de condições, que era visível" e agora cabe ap chefe do Governo dar explicações.

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, apresentou hoje o pedido de demissão, que foi aceite pelo primeiro-ministro, anunciou o gabinete de António Costa.

Constança Urbano de Sousa escreve, na carta de demissão enviada ao primeiro-ministro, que pediu para sair de funções logo a seguir à tragédia de Pedrógão Grande, dando tempo a António Costa para encontrar quem a substituísse.

Os incêndios de Pedrógão Grande, Leiria, e concelhos limítrofes, em junho, e os de domingo, também na região centro, fizeram mais de 100 mortos e milhões de euros de prejuízos.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon