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Governo são-tomense "repudia veementemente" atentado na capital da Somália

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Administrator

O Governo são-tomense repudiou hoje veementemente o atentado de sábado em Mogadíscio, capital da Somália, que provocou a morte de mais de 300 pessoas e reiterou o empenho na luta contra o terrorismo.

Manifestando "consternação e desolação" com este tipo de "atos macabros", o ministro dos Negócios Estrangeiros são-tomense, Urbino Botelho, reiterou, em carta enviada ao seu homólogo somali, Saad Ali Shire, a disponibilidade de São Tomé em "conjugar esforços na luta contra o terrorismo que vem assolando países membros Comunidade Africana, travando o desenvolvimento e injetado medo nas populações".

"Nesta hora de dor e de luto, peço-lhe que apresente ao Governo, ao povo e às famílias enlutadas as nossas mais profundas condolências", referiu Urbino Botelho, na carta a que a Lusa teve acesso.

Presumíveis terroristas da organização Al-Shebab detonaram camiões armadilhados num antigo mercado e num hotel no movimentado centro de Mogadíscio, pelo que a maioria das mais de 300 vítimas são civis.

O Governo somali dispensou militares para ajudar os serviços de emergência nas buscas de sobreviventes daquele que é considerado o pior atentado na história do país.

Numerosos edifícios próximos das explosões ficaram completamente destruídos e os hospitais estão com as instalações sobrelotadas com os feridos, sendo que não dispõem de medicamentos suficientes e sangue para as transfusões.

O atentado provocou protestos perto do cenário do ataque, depois de o Governo somali ter acusado o grupo extremista Al-Shebab, ligado à Al-Qaida, mas a organização terrorista ainda não se pronunciou.

O ataque a Mogadíscio foi um dos mais mortais na África subsaariana, maior do que o perpetrado na Universidade de Garissa, no Quénia, em 2015, ou os ataques às embaixadas dos Estados Unidos no Quénia e na Tanzânia em 1998.

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