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Governo togolês congratulou-se com nova ligação aérea da TAP entre Lisboa e Lomé

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/07/2017 Administrator

O Governo do Togo congratulou-se hoje com o início das operações da companhia aérea portuguesa TAP para Lomé, salientando ser a terceira transportadora europeia a voar para o pequeno país oeste-africano, encravado entre o Gana e o Benim.

Em declarações à agência Lusa, em Lomé, esta madrugada, o ministro das Infraestruturas e Transportes togolês, Ninsao Gnonfam, lembrou que Lomé conta há um ano com um novo e moderno aeroporto internacional, batizado "Gnassingbvé Eyadema", ex-presidente (de 1967 até ao falecimento, em 2005, aos 68 anos) de um país chefiado atualmente pelo filho, Faure Gnassingbé.

"Vocês, portugueses, vão apreciar muito os togoleses, que vos recebem de braços abertos. Temos mais uma porta para a Europa e, a partir do Lomé, uma porta para África", salientou Ninsao Gnonfam, lembrando que, com a construção, pela cooperação chinesa, do novo aeroporto, o país pretende tornar-se um "hub" de e para as regiões da África Ocidental e Central.

O novo aeroporto, com capacidade para 2,3 milhões de passageiros por ano, foi uma aposta das autoridades togolesas para impulsionar o turismo no país, "com muito potencial", mesmo tendo em conta o vizinho Gana, que conta também em Acra com um dos maiores aeroportos da região.

"Estamos orgulhosos por este momento histórico", afirmou o governante togolês, realçando que, até hoje, apenas a Air France e a Brussels Airlines voavam da Europa para o Togo, onde operam mais nove transportadoras aéreas africanas.

O voo de Lisboa para Lomé, com escala em Acra, chegou com um atraso de cerca de hora e meia (cerca das 00:00 locais, 01:00 em Lisboa), devido a problemas burocráticos e a autorizações de descolagem no aeroporto da capital ganesa, onde o aparelho chegara à hora prevista.

À chegada a Lomé, e à entrada da nova e moderna aerogare, os passageiros confrontaram-se com uma grande multidão e um aparato da comunicação social, que encheu por completo o caminho até ao Salão da Amizade, onde decorreu uma cerimónia de boas vindas, na presença de Ninsao Gnomfam, e de diversas autoridades locais, que terminou às 02:30 locais (03:30 em Lisboa).

Em declarações à Lusa, o chefe da delegação da TAP, Joaquim Miranda, também responsável pelo Serviço de Vendas para África, acompanhado pelo diretor do gabinete de comunicação, André Serpa Soares, o Togo é um destino estratégico para a transportadora aérea portuguesa e para o seu "hub" em Lisboa, plataforma privilegiada de acesso na Europa aos continentes africano e americana.

"Há um potencial muito grande na região", argumentou Joaquim Miranda, lembrando que, com o voo para Lomé, via Acra, a TAP duplica, para oito, as ligações semanais para a capital do Gana, que já é utilizada quatro vezes por semana nas operações para São Tomé e Príncipe.

Além do voo para Lomé, que terá quatro frequências semanais, a TAP retomou segunda-feira a ligação direta entre Lisboa e Abidjan, cujos voos foram suspensos em 2000 na sequência da instabilidade política e militar que então se viveu na Costa do Marfim, onde operará cinco voos semanais durante o verão e quatro no inverno.

Através do Aeroporto Internacional de Lomé Gnassingbé Eyadema, a TAP, com a qual a Lusa viajou a convite da transportadora portuguesa, pretende-se alargar a Lomé mais um destino de negócios e casa de muitos residentes nos países europeus.

Portugal não dispõe de embaixada na capital togolesa - a cargo da missão diplomática portuguesa em Abuja (Nigéria), que também administra o Gana -, e fontes oficiais portuguesas estimam que residam no Togo cerca de uma dezena de portugueses.

Para o período de verão de 2017, prevê-se um crescimento de cerca de 20% de capacidade de passageiros e de 22% no número de voos para este continente, relativamente ao mesmo período do ano anterior. Com as novas rotas, a TAP passa a voar para 16 destinos em 11 países africanos.

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