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Greve: Funchal foi a autarquia da Madeira com mais adesão chegando aos 85%

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Administrator

A cidade do Funchal foi, na Madeira, a que teve maior adesão à greve nacional da função pública marcada pela Frente Comum, tendo os setores da limpeza urbana e da remoção noturna atingido os 85% e os 80%, respetivamente.

Segundo António Monteiro, responsável pela delegação regional do STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, a greve teve uma adesão de 15% na remoção diurna; de 74% na estação de transferência de lixo e de 30% na asfaltagem.

No concelho de Câmara de Lobos a limpeza urbana registou uma adesão de 50% na empresa ARM - Água e Resíduos da Madeira.

Nos concelhos da Ponta de Sol, Calheta e Santa Cruz, a adesão variou entre os 20% e os 25%, mas nas restantes autarquias da região (Machico, Santana, Porto Santo, Ribeira Brava, São Vicente e Porto Moniz) a "adesão foi fraca, menos de 10%".

"A adesão foi fraca atendendo a que metade das câmaras registou índices de adesão inferior a 10% mas, no Funchal, e atendendo a alguns setores, houve uma participação importante", admitiu António Monteiro.

A greve nacional da função pública, convocada pela Frente Comum, começou às 00:00 de hoje, com os hospitais a serem os primeiros serviços afetados pela paralisação.

Os professores também marcaram uma greve, convocada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) em defesa dos direitos, das carreiras, da estabilidade e dos salários.

Em causa na greve nacional está a falta de respostas às reivindicações da Frente Comum, como o aumento dos salários na função pública, o descongelamento "imediato" das progressões na carreira e as 35 horas semanais para todos os trabalhadores.

Esta é a terceira greve nacional dos trabalhadores da Administração Pública com o atual Governo e a primeira convocada pela Frente Comum de Sindicatos, segundo a listagem cedida pela estrutura sindical.

A primeira greve com o executivo de António Costa ocorreu em 29 de janeiro de 2016 e foi convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos da Administração Pública, assim como a de 26 de maio deste ano, que teve como objetivo reivindicar aumentos salariais, o descongelamento das carreiras, o pagamento de horas extraordinárias e a redução do horário de trabalho para 35 horas em todos os serviços do Estado.

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