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Grupo próximo do Estado Islâmico reivindica ataque aos militares egípcios

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/07/2017 Administrator

Uma organização egípcia próxima do grupo radical Estado Islâmico reivindicou o ataque realizado hoje ao início do dia na Península do Sinai, que provocou a morte a 23 soldados e ferimentos a outros 33.

Em comunicado, divulgado na Internet, a organização avançou que tinha usado dois bombistas suicidas e um número de combatentes que se voluntariaram para o suicídio com a realização do ataque na madrugada de sexta-feira.

Justificou também o ataque com o facto de o Exército egípcio estar a preparar uma ofensiva contra as posições do grupo, também designado por Daseh, na região.

A autenticidade da declaração não pode ser verificada, mas foi divulgada na rede social Twitter, à semelhança de outras.

No comunicado, acrescentou-se que o Daesh tinha perdido apenas cinco dos seus combatentes no ataque.

Entre os mortos no ataque -- o mais mortífero este ano contra o exército -- encontram-se cinco oficiais, incluindo um coronel das forças especiais, Ahmed el-Mansi, segundo responsáveis da segurança.

O ataque terá começado quando um carro armadilhado chocou com a barreira do posto de controlo na aldeia de El-Barth a sul da cidade fronteiriça de Rafah. Seguiu-se um tiroteio por parte de dezenas de atacantes encapuzados.

Os atacantes dispararam contra os soldados durante meia hora, segundo as mesmas fontes, que adiantaram que os militantes levaram armas e munições, antes de abandonarem o local.

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