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Guardiola dedica vitória aos independentistas detidos

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Hugo Monteiro

Treinador do Manchester City, Pep Guardiola, dedicou a vitória da sua equipa sobre o Nápoles (2-1), em jogo da Liga dos Campeões de futebol, aos dois responsáveis independentistas catalães acusados de sedição.

O treinador do Manchester City, Pep Guardiola, dedicou a vitória da sua equipa sobre o Nápoles (2-1), em jogo da Liga dos Campeões de futebol, aos dois responsáveis independentistas catalães acusados de sedição. "Esta vitória é para eles. Mostrámos na Catalunha que a cidadania é maior do que qualquer coisa. Esperamos que eles sejam libertados rapidamente", declarou o técnico catalão.

Pep Guardiola, que representou o Barcelona entre 1990 e 2001 como jogador e entre 2008 e 2012 como treinador, envolveu-se politicamente na campanha pela independência da Catalunha.

Na segunda-feira à noite, um juiz de instrução decidiu pôr sob prisão domiciliária Jordi Cuixart e Jordi Sanchez, que lideram as duas principais associações independentistas da Catalunha, respetivamente a Omnium Cultural e a Assembleia Nacional Catalã (ANC).

As detenções surgiram após Madrid ter avançado com um novo prazo ao líder dos separatistas, Carles Puigdemont, que termina na quinta-feira de manhã, para que renuncie a declarar a independência da região.

Se Puidgemont não recuar, o Governo espanhol, de Mariano Rajoy, poderá suspender total ou parcialmente a autonomia da Catalunha, arriscando-se a aumentar ainda mais a tensão nas ruas.

© Jason Cairnduff/Reuters

Os "dois Jordis", como são apresentados pela imprensa em Espanha, fazem parte do "núcleo duro" dos responsáveis independentistas que, ao lado de Carles Puigdemont, planearam o referendo de autodeterminação de 1 deste mês.

A votação foi proibida pela justiça espanhola e está na base da crise sem precedentes que opõe o Governo central, dirigido pelo conservador Mariano Rajoy, e os separatistas, que ameaçam declarar a independência com base nos resultados do referendo (90% de "sim" e 43% de taxa de participação, segundo a organização), apesar da profunda divisão na sociedade catalã.

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