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Guiné-Bissau pode duplicar produção de castanha de caju - associação dos agricultores

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O presidente da Associação Nacional de Agricultores da Guiné-Bissau, Jaime Boles Gomes, afirmou hoje que o país poderia duplicar a produção da castanha de caju com mais investimento financeiro e formação dos agricultores.

"A Guiné-Bissau tinha condições para organizar a produção e dobrar o volume produzido. Os nossos produtores têm uma produção amadora, não é profissionalizada, porque não adotam os conhecimentos científicos e tecnológicos na produção", afirmou o responsável.

Segundo Jaime Boles Gomes, era preciso haver um "interesse nacional no sentido de melhorar a cadeia de caju desde a sua plantação".

"Precisamos, por exemplo, de instruir as populações, tentar profissionalizar os nossos agricultores para saber como devem adotar o espaçamento entre os cajueiros, porque esse conhecimento vai rentabilizar a produção", explicou.

Os cajueiros devem ser plantados com alguma distância entre si para permitir a entrada do sol.

"Essa penetração (do sol) vai ajudar a planta a combater os fungos e a produzir mais", disse, explicando que é também preciso ensinar os agricultores a fazer enxertos com o cajueiro mais resistente.

Mas, lamentou o presidente da associação de agricultores, para vulgarizar o conhecimento é preciso meios financeiros que a associação não tem.

A castanha de caju é o principal produto de exportação da Guiné-Bissau.

Em 2016, o país exportou cerca de 180 mil toneladas.

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