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Guineenses têm de contribuir para que haja paz na Guiné-Bissau - Nigéria

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Administrator

O novo embaixador da Nigéria na Guiné-Bissau, Adeyemi Afo Laham Ambrosi, defendeu hoje que os guineenses têm de contribuir para que haja paz na Guiné-Bissau.

"Os próprios guineenses têm de contribuir para que haja paz na Guiné-Bissau", disse o embaixador, quando questionado pelos jornalistas sobre a continuação do apoio da Nigéria à Ecomib, força militar da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), estacionada no país desde 2012.

O novo embaixador, que falava à imprensa depois de um encontro com o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, sublinhou, contudo, que "precisa de tempo para analisar a situação" no país, porque acabou de chegar, mas referiu que a Nigéria "só quer paz" em África e em outros locais do mundo.

Sobre a sua missão, o diplomata disse que vem com instruções para "cimentar e aumentar" a cooperação existente entre os dois países e para "trabalhar em conjunto para o desenvolvimento".

O antigo presidente da Nigéria Olesegun Obasanjo foi um dos primeiros mediadores mandatados para a CEDEAO para ajudar os guineenses a ultrapassarem a crise política que o país vive há cerca de dois anos.

O atual Governo da Guiné-Bissau não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria absoluta e o impasse político tem levado vários países e instituições internacionais a apelarem a um consenso para a aplicação do Acordo de Conacri.

O Acordo de Conacri, patrocinado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), prevê a formação de um Governo consensual integrado por todos os partidos representados no parlamento e a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e da confiança do chefe de Estado, entre outros pontos.

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