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Guterres visita Israel e Palestina no final de agosto para tentar relançar a paz

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/08/2017 Administrator

O secretário-geral da ONU, António Guterres, vai visitar Israel e os territórios palestinianos pela primeira vez enquanto líder das Nações Unidas no final de agosto, segundo fontes diplomáticas citadas pela AFP.

No decorrer da visita, entre 28 e 30 de agosto, António Guterres, que pretende ajudar a relançar um processo de paz na região, vai ser recebido em Jerusalém pelas autoridades israelitas e em Ramallah pelos responsáveis palestinianos.

Guterres deve também passar pela Faixa de Gaza, onde as Nações Unidas têm um programa de ajuda à população palestiniana.

A deslocação vai permitir ao secretário-geral da ONU "construir uma relação" com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu.

"É uma grande oportunidade para o secretário-geral se encontrar com os dirigentes de Israel e compreender os desafios que enfrentam diariamente", indicou à AFP o embaixador israelita na ONU, Danny Danon.

Já o embaixador palestiniano, Riyad Mansour, disse que "a visita ao território ocupado da Palestina é muito importante, uma vez que se trata da sua primeira visita desde que foi nomeado secretário-geral".

O diplomata israelita disse também à AFP que se espera que Guterres discuta com o Governo israelita um reforço da missão de paz da ONU no Líbano (Finul), na fronteira com Israel.

As relações entre Israel e as Nações Unidas permanecem tensas dado que a ONU continua a denunciar regularmente as extensões dos colonatos israelitas em território palestiniano, qualificando-as como ilegais.

António Guterres "tem experiência", disse Danon, acrescentando que o secretário-geral das Nações Unidas já esteve em Israel e que "conhece a complexidade dos problemas".

"Não é uma pessoa qualquer que vem à nossa região sem fazer ideia do que se passa", disse.

Este mês, Guterres, lembra a AFP, sublinhou de forma prudente em relação ao conflito israelo-palestiniano, que "o caráter sagrado dos locais religiosos deve ser respeitado como lugares de reflexão, não de violência".

A declaração foi feita depois de um ataque por três árabes israelitas, próximo da mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém, que tirou a vida a dois polícias israelitas.

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