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"Habitat" e Fundação António da Mota vão reconstruir casas em Celorico de Basto

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

A organização internacional Habitat for Humanity, a Fundação Manuel António da Mota e a Câmara de Celorico de Basto assinaram hoje um protocolo para a reconstrução de casas de famílias carenciadas no concelho.

Helena Pina Vaz, presidente da Habitat for Humanity em Portugal, realçou ser propósito do acordo celebrado hoje nos Paços do Concelho criar condições para, em regime de voluntariado, permitir a reconstrução de casas para quem não tem os meios económicos para o fazer, nem possibilidade de aceder ao crédito bancário.

Apontando o exemplo do trabalho que tem sido realizado noutros concelhos, nomeadamente no vizinho município de Amarante, onde já foram recuperadas várias habitações com o apoio da Habitat, assinalou a habitual participação de grupos de voluntários internacionais, que costumam ajudar nas obras de construção civil, no contexto de férias solidárias.

"Ninguém é pago para vir", assinalou.

A ajuda da Habitat for Humanity, presente em cerca de 90 países, ocorre quando as famílias são proprietárias dos espaços. Nesses casos, a instituição empresta o dinheiro sem juros e disponibiliza apoio técnico ao nível da engenharia e arquitetura.

Na reconstrução, as famílias devem ajudar, assim como as comunidades locais, sempre em regime de voluntariado, o que tem ocorrido com sucesso em Portugal, vincou.

Do lado da Fundação Manuel António da Mota, foi evidenciado que o protocolo decorre da "forte ligação simbólica e afetiva a Celorico de Basto, concelho onde nasceu o fundador daquela instituição, e da boa colaboração entre as duas partes no trabalho que tem sido realizado em Amarante.

"Com esta união de esforços, com o município e a Habitat, iremos mobilizar todos as ajudas para resolver um maior número de situações de carência habitacional, num curto período de tempo e a custos reduzidos" disse Rui Jorge Pedroto, dirigente da fundação.

A fundação tem apoiado financeiramente alguns dos projetos de reconstrução, nomeadamente naqueles em que as famílias não têm possibilidade de ressarcir a Habitat.

Para o presidente da câmara, Joaquim Mota e Silva, o acordo entre as três partes "tem como objetivo fazer coisas boas junto dos mais carenciados, unindo vontades e determinação de uma sociedade solidária".

"Damos as mãos para proceder a intervenções de vária ordem nas habitações que não têm dignidade, apoiados em entidades, mecenas e voluntários, num esforço conjunto para alavancar este processo", afirmou, discursando para representantes de freguesias e associações de Celorico de Basto.

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