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Hotel de Turismo da Guarda incluído no programa REVIVE para recuperação

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/07/2017 Administrator

O antigo Hotel de Turismo da Guarda vai integrar o programa REVIVE, que prevê ceder monumentos públicos a privados para serem recuperados e usados para atividades económicas, no âmbito de um memorando hoje assinado entre várias entidades.

O memorando de entendimento REVIVE relativo ao Hotel de Turismo da Guarda foi hoje celebrado no edifício dos Paços do Concelho da cidade, numa cerimónia presidida pela secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.

O processo do concurso público, que visa a recuperação do edifício com a vertente de hotel e com a componente prática de hotelaria para alunos da área do turismo, vai ser conduzido pelo Turismo de Portugal e, entre outras entidades, também envolve a Câmara Municipal da Guarda, que é considerada "indispensável".

A secretária de Estado do Turismo disse, na sessão, que a inclusão do hotel no REVIVE significa a garantia de que o processo "tem adesão junto do mercado".

Ana Mendes Godinho espera que na Guarda aconteça o mesmo que se passou com o Convento de São Francisco, em Elvas, onde, em seis meses, foi lançado o concurso e o projeto aprovado, estando a obra a começar.

"Ainda este mês, investidores que estejam interessados terão a porta aberta para poderem concorrer [ao hotel da Guarda]", assegurou.

O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, lembrou que o antigo Hotel de Turismo foi vendido pela autarquia ao Turismo de Portugal e que de 2011 a 2014 "nada se fez".

Como já foram lançadas duas hastas públicas que não resultaram, espera que a solução agora encontrada, com a integração do edifício no programa REVIVE, resulte.

"O que queremos mesmo é o hotel aberto. Se o resultado for positivo, eu serei o primeiro a aplaudir a terceira opção que foi tomada", declarou.

No entanto, o autarca deixou claro que, "se a concessão não se der", o município "tem condições para dizer ao Estado Português: Podem-no pôr outra vez à venda que nós compramos".

O edifício do Hotel de Turismo da Guarda foi vendido em 2010 pela Câmara da Guarda, então liderada pelo socialista Joaquim Valente, ao Turismo de Portugal, por 3,5 milhões de euros, para ser recuperado e transformado em hotel de charme com escola de hotelaria, mas o projeto não saiu do papel e o imóvel está de portas fechadas e a degradar-se.

Em 2015, a Direção-Geral do Tesouro e Finanças realizou uma hasta pública para venda do edifício que ficou deserta.

O imóvel foi posteriormente colocado à venda, pelo valor de 1,7 milhões de euros, através de um concurso público de arrendamento com opção de compra, mas a empresa interessada no negócio desistiu.

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