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Incêndios: AHRESP saúda linha de apoio à tesouraria de empresas turísticas

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) congratulou-se hoje com a criação de uma linha de apoio à tesouraria das empresas turísticas afetadas pelos incêndios de junho na região Centro.

Em comunicado, a AHRESP informou que se associa ao apoio, que envolve 1,5 milhões de euros do orçamento do Turismo de Portugal, "na sequência das várias iniciativas que tem em curso para apoiar estas empresas".

"Esta linha de apoio é histórica, pois é a primeira a ser criada diretamente pelo Turismo de Portugal, sem intervenção do sistema bancário", comentou Mário Pereira Gonçalves, presidente da AHRESP, citado na nota da entidade.

As empresas que podem beneficiar da medida deverão localizar-se nos concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande, Ansião, Alvaiázere, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, precisou a AHRESP, que se disponibilizou para prestar esclarecimentos.

A AHRESP recordou que, com a Associação Empresarial da Beira Baixa, recolheu toneladas de donativos para as populações e anunciou estar a negociar com as Secretarias de Estado da Segurança Social, do Turismo e do Emprego, outras iniciativas de apoio complementar, através do Fundo REVITA.

À Lusa, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, avançou na quarta-feira o funcionamento da linha de apoio à tesouraria de empresas que tenham sofrido quedas na procura.

"Mas vamos monitorizando e acompanhando para ver a evolução da situação", acrescentou, na altura, a governante, referindo a alocação de dois milhões de euros do programa Valorizar para a recuperação das "infraestruturas públicas turísticas e para a normalização de um conjunto de produtos turísticos que foram afetados, como caminhos, sinalização".

Ana Mendes Godinho enunciou também a dinamização de alguns eventos para "atrair, de alguma forma, a procura e para focar a atenção na região Centro neste momento".

Dois grandes incêndios florestais começaram no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Foram extintos uma semana depois, após consumirem mais de 53 mil hectares.

Os fogos da região Centro afetaram aproximadamente 500 habitações, quase 50 empresas e os empregos de 372 pessoas.

Os prejuízos diretos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

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