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Incêndios: Autarcas unânimes no "grande empenho" de Governo e PR na ajuda às populações

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

Os presidentes dos municípios afetados pelos incêndios de Pedrógão Grande e de Góis sforam hoje unânimes em reconhecer o "grande empenho" do Governo e do Presidente da República no apoio às populações.

"Todos são unânimes em reconhecer que, quer o Presidente da República, quer o Governo, estão a depositar um grande empenho nesta ajuda às populações", frisou o presidente da Câmara de Castanheira de Pera, Fernando Lopes, que falava em nome dos autarcas dos sete concelhos afetados pelos dois grandes incêndios de junho que afetaram o Pinhal Interior, na região Centro.

Os presidentes de câmara reuniram hoje, em Castanheira de Pera, com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Soua, e com o primeiro-ministro, António Costa, num encontro em que se questionou sobre se estava a apoiar as populações depressa ou devagar.

Os autarcas, realçou Fernando Lopes, são também unânimes em "reconhecer que, pelo menos, não há memória de que se tenha feito tão depressa".

O presidente da Câmara de Castanheira de Pera sublinhou que uma preocupação é "fazer bem, fazer melhor".

"Queremos acreditar que quem espera, desespera, que quem espera, um dia lhe pareça uma semana, que quem espera uma semana lhe pareça um mês, que quem espera um mês lhe pareça um ano", notou.

"Todos teremos de compreender que há matérias que temos que ser rápidos, nomeadamente na questão das habitações. Outras matérias têm de ser ponderadas e poderemos ser atraiçoados se fizermos depressa, porque corremos o risco de fazer depressa e mal", vincou Fernando Lopes, recordando um ditado: "depressa e bem não há quem".

Dois grandes incêndios começaram no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos. Ambos foram extintos só uma semana depois.

Estes fogos terão afetado aproximadamente 500 imóveis, dos quais mais de 200 eram casas de primeira habitação.

Os prejuízos diretos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos no combate às chamas que consumiram 53 mil hectares de floresta.

O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.

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