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Incêndios: Carlos César defende que houve "exagero" mediático face a "pequena dissonância"

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Administrator

O líder parlamentar do PS desdramatizou hoje o estado das relações entre Governo da República e o Presidente, defendendo que houve "um exagero" mediático face a "uma pequena dissonância" que foi capa de jornal.

Em resposta aos jornalistas, o líder da bancada socialista e presidente do PS adiantou que, pessoalmente, não sentiu choque com a comunicação do Presidente da República ao país na sequência dos incêndios deste mês, que mataram 45 pessoas, e considerou que também não houve deslealdade da parte do chefe de Estado.

"Eu creio que não existiu nada disso. Evidentemente que pode haver um entendimento deste ou daquele membro de que o Presidente da República poderia ter feito, na sua alocução, qualquer outro tipo de observação, ou dado uma menor ênfase a este ou àquele aspeto", declarou Carlos César, antes de um jantar com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e agricultores dos Açores, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.

No seu entender, "o Presidente da República estava envolvido no desgosto e na emoção que todos os portugueses sentiam, como o Governo também", e cada um agiu "segundo as suas funções e no desempenho das suas competências próprias".

De acordo com o socialista, o tema das relações entre Governo e Presidente ganhou uma dimensão mediática exagerada: "É evidente que, quando existe uma pequena dissonância, ou quando os órgãos de comunicação social dão conta disso, sendo ou não verdade, tendo ou não essa intensidade, há sempre um exagero à volta destes temas, há sempre uma forma de dar uma ênfase que eles não têm".

"Eu acho extraordinário que, ao fim de dois anos, se descubra, por causa da manchete de um jornal, uma pequena dissonância", observou, referindo-se à notícia em destaque na capa do Público desta quinta-feira com o título "Governo chocado com Marcelo: 'As coisas estavam combinadas'".

"Eu prefiro que, em todos os 700 e tal dias desses dois anos se tenha descoberto uma grande confluência entre o Presidente da República e o primeiro-ministro", acrescentou.

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