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Incêndios: CDS-PP insiste na necessidade de rapidez nos apoios (C/ ÁUDIO

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Administrator

A líder do CDS-PP Assunção Cristas reafirmou hoje a necessidade de rapidez nos apoios aos particulares afetados pelos incêndios de 15 de outubro, voltando a propor uma Unidade de Missão com esse propósito.

"Aquilo que mais temos ouvido nestes três dias de visitas ao terreno com os nossos deputados é um pedido para rapidez, para celeridade, para poderem começar a pensar já nos seus investimentos. Mas também saber com o que é que contam porque, naturalmente, os recursos das pessoas são limitados e é preciso haver um forte apoio por parte do Estado", disse Assunção Cristas aos jornalistas, à margem de uma visita a zonas afetadas pelos incêndios nos concelhos de Mira (Coimbra) e Vagos (Aveiro).

A líder centrista deu o exemplo de umas estufas de produção de framboesa em Ponte de Vagos, distrito de Aveiro, que hoje visitou acompanhada de deputados do grupo parlamentar do CDS-PP, onde os proprietários queriam saber quando podiam mandar vir os toldos para proteção das plantas, depois da produção da fruta se ter perdido devido ao fumo e ao calor gerado pelo incêndio.

"Agora perdeu-se a produção mas se não houver essa proteção, de hoje para amanhã está a perder-se a própria planta, com prejuízos ainda maiores", ilustrou.

Na ocasião, Assunção Cristas lembrou que o CDS-PP propôs ao Governo a criação de uma Unidade de Missão para a reconstrução de casas e empresas, bem como apoios a agricultores e produtores agrícolas "para que as pessoas não fiquem enredadas em regras e burocracias" perante os apoios disponíveis.

Ao longo da tarde de hoje, Assunção Cistas visitou, também em Ponte de Vagos, uma empresa de produção e colocação em embalagens de cogumelos e, em Mira, uma carpintaria industrial e uma firma da área dos plásticos, notando, em todas elas, a intenção de virem a ser recuperadas e salvaguardados os postos de trabalho.

"É muito bom sinal, é sinal do ânimo dos nossos empresários, das nossas gentes, da vontade de reconstruírem. O que nós mais ouvimos é agora é preciso reerguer mas também é preciso que saibam as condições e as regras em que o podem fazer", alertou.

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