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Incêndios: CGD lança linhas de apoio para particulares, empresas e municípios afetados

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/10/2017 Administrator

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) criou três linhas de apoio destinadas a particulares, empresas e municípios afetados pelos incêndios ocorridos a 15 e 16 de outubro, extensiva também aos agentes económicos das regiões afetadas pelos incêndios de junho.

"A solução integrada da Caixa, elegível para agentes económicos das regiões que tenham sido, ou venham a ser, declaradas em calamidade (afetam 59 municípios daquelas zonas do país), contempla o apoio a particulares com uma linha de crédito até 50 mil euros para recuperação de habitação e uma solução de moratória de capital e juros até dois anos", lê-se num comunicado do banco público enviado à agência Lusa.

Para os municípios, a CGD disponibiliza duas modalidades de financiamento: de médio e longo prazo, com prazo até 15 anos, spread de 1% e um período de carência até três anos, e uma de curto prazo com spread de 0,75%, ambas isentas de comissionamento.

Estas linhas visam apoiar a reconstrução de redes viárias, saneamento, linhas de abastecimento de água, eletricidade, telecomunicações, etc.

Para empresas e pequenos negócios, a CGD criou uma linha multi-finalidades para responder à diversidade de "necessidades e situações prioritárias": como a alimentação do gado sobrevivente, o apoio às pequenas explorações agrícolas sem seguro e a reposição de stocks e acesso a matéria-prima; o apoio de tesouraria das indústrias para dias sem produção e a reabilitação e reconstrução de instalações; transversalmente a todos os setores, o adiantamento de indemnizações de seguros e o adiantamento de salários aos trabalhadores".

Esta linha abrange apoios nas modalidades de financiamento de médio e longo prazo, leasing ou financiamento de curto prazo.

"Estas linhas visam complementar os apoios públicos já anunciados e outros que venham a ser aprovados, refletindo a responsabilidade na criação de condições que permitam estabilizar a vida das populações e a recuperação mais célere da atividade económica das regiões afetadas, por aquelas que foram as maiores calamidades ocorridas no País nas últimas décadas", explica o banco em comunicado.

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