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Incêndios: EDP Distribuição fala em "alguns" milhões de euros de prejuízos

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/10/2017 Administrator

A EDP Distribuição disse hoje que teve "alguns" milhões de euros de prejuízos, que não estão totalmente contabilizados, durante os incêndios que deflagraram no dia 15 e que afetaram as áreas operacionais de Castelo Branco, Leiria e Viseu.

"Estamos a fechar o número, mas são uns milhões de euros, em cerca de 15 municípios de Castelo Branco, Viseu e Leiria. Temos aqui três áreas operacionais em que o prejuízo é muito relevante", explicou o presidente do Conselho de Administração da EDP Distribuição.

João Torres, que esteve hoje a visitar o centro operacional de Castelo Branco, adiantou que foi necessária uma grande mobilização de meios humanos e materiais para garantir a reconstrução de milhares de linhas: "Foi uma operação logística de grande dimensão".

"A verdade é que foi bem pior do que Pedrógão [Grande], os danos que tivemos. Tivemos que reconstruir centenas de quilómetros de linha, na baixa tensão mais de 120, na média tensão mais de 50, postos de transformação cerca de 20. Tivemos uma grande mobilização durante esses dias numa ligação muito próxima com as autarquias", frisou.

Este responsável realçou ainda que a tragédia dos fogos que deflagraram no dia 15 implicou que a partir desse dia e nos seguintes, a equipa da EDP Distribuição e das empresas que trabalham com eles, fizeram um trabalho que considera excecional na recuperação dos danos "muito significativos" que a rede sofreu.

"A verdade é que conseguimos num tempo absolutamente excecional, recuperar a rede não de forma definitiva, mas pelo menos para que as pessoas pudessem ter energia. Acho que devo uma palavra de gratidão às pessoas da EDP e a todos os que trabalharam connosco, pela forma como se dedicaram e também em condições muito, muito difíceis", disse.

João Torres destacou ainda que não foi registado qualquer acidente de trabalho, sendo que a empresa chegou a ter no terreno 800 trabalhadores e 150 viaturas a reparar e a recuperar a rede de distribuição de energia.

"Agora, temos muito trabalho pela frente. Isto não acaba no último dia em que acendemos uma lâmpada. Isto é uma situação claramente excecional de fatores que não conseguimos controlar e acho que fizemos o que tínhamos que fazer", concluiu.

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