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Incêndios: Escolas fechadas em Seia, Gouveia e Fornos de Algodres

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

As atividades letivas estão hoje suspensas nos concelhos de Seia, Gouveia e Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, devido aos incêndios rurais, disseram à agência Lusa fontes autárquicas.

"As escolas estão fechadas em todo o concelho. Esta manhã foram cancelados todos os transportes escolares, por não estarem reunidas condições para os estabelecimentos de ensino funcionarem", disse fonte da Câmara Municipal de Gouveia.

O mesmo cenário ocorre no vizinho município de Seia, onde "as escolas públicas estão todas fechadas", segundo fonte da autarquia.

A Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia, que pertence ao Instituto Politécnico da Guarda, colocou um aviso na sua página na internet, através do qual a direção explica que "em virtude dos incêndios e das dificuldades de circulação e acesso à cidade de Seia" o estabelecimento de ensino encontra-se encerrado "para qualquer atividade durante o dia de hoje".

O vizinho município de Fornos de Algodres, igualmente atingido pelos incêndios rurais, também está sem atividades letivas.

A autarquia, presidida pelo socialista Manuel Fonseca, publicou um aviso na sua página do Facebook onde refere que "devido aos incêndios que lavram no concelho", por questões de segurança, as escolas "estarão encerradas durante o dia de hoje".

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 27 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 vítimas mortais e mais de 200 feridos.

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