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Incêndios: Estudantes da Guarda recolhem dinheiro e alimentos para bombeiros e famílias

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

A Associação Académica da Guarda (AAG), que representa os estudantes do Instituto Politécnico, anunciou hoje que está a recolher bens monetários e alimentares destinados aos bombeiros e às famílias da região afetadas pelos incêndios.

Em nota publicada na sua página no Facebook, a AAG, presidida por Nuno Pereira, pede à comunidade académica a "maior brevidade" na entrega daquilo que entender "ser necessário, visto que tanto os bombeiros, como as famílias afetadas", precisam da ajuda "o mais breve possível".

Qualquer aluno, professor ou funcionário do IPG poderá colaborar com a campanha, entregando o seu contributo na sede da AAG, das 14:00 às 19:00, "em bens monetários ou alimentares", que os dirigentes depois farão "chegar a quem de direito".

Com a iniciativa, a AAG demonstra a sua disponibilidade em ajudar os bombeiros, "que têm sido incansáveis", assim "como as famílias desalojadas" pelos incêndios que nos dois últimos dias fustigaram o país e o distrito da Guarda.

A instituição apresenta ainda as condolências às famílias afetadas pelos incêndios e explica na nota que irá "doar um valor em dinheiro" para "amenizar os gastos com comida e materiais de saúde, permitindo que mais [cidadãos] possam ser ajudados".

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 35 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 vítimas mortais e mais de 200 feridos.

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