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Incêndios: Governo assina despacho de calamidade pública nos distritos a norte do Tejo

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

Carnaxide, Oeiras 16 out (Lusa) - O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

António Costa falava aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Oeiras, distrito de Lisboa, tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

"Foi assinado por mim e pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo, tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular, para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão, assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho e dois dias de descanso por cada um em que estiverem a participar no combate aos incêndios", justificou o primeiro-ministro.

Perante os jornalistas, o primeiro-ministro começou por apresentar condolências às famílias das vítimas, transmitindo "uma palavra de solidariedade para com todas as populações que têm estado a ser ameaçadas por um dia [de domingo] que foi devastador em todo o país".

António Costa deixou depois também "uma palavra de alento aos mais de 12 mil operacionais que ao longo de todo o dia tentaram travar as chamas e aos mais de 6000 que ainda neste momento estão a travar as chamas".

De acordo com o primeiro-ministro, domingo "foi um dia muito difícil", já que se registaram "523 incêndios no conjunto do país e, portanto, os meios foram esticados até aos limites".

"E numa fase obviamente do ano em que, quer pelas condições normais do clima, quer pela própria disponibilidade das pessoas, é mais difícil mobilizarmos os recursos. Vamos seguramente [hoje] ter ainda um dia muito difícil. As previsões da evolução meteorológica podem permitir alguma esperança nas zonas do litoral, mas relativamente às zonas do interior vamos ter ainda níveis muito elevados de risco de incêndio ao longo de todo o dia", advertiu António Costa.

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