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Incêndios: Governo diz que Exército ultrapassou "os limites expectáveis" de participação

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/08/2017 Administrator

O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, destacou hoje o papel das Forças Armadas no combate aos incêndios florestais, sublinhando que o trabalho desenvolvido pelo Exército nesta missão já ultrapassou "os limites expectáveis" de participação.

"Só ontem [segunda-feira], por exemplo, estavam envolvidos 600 militares no combate aos incêndios florestais, militares esses que, aliás, estão a fazer aquilo que se lhes pede até para além daquilo que era exigível pedir-se-lhes e, daí, também a circunstância da própria Marinha ter tido a necessidade de reforçar através da presença de vários pelotões aquilo que o Exército pura e simplesmente já não conseguia garantir em termos de resposta", disse.

O governante, que falava aos jornalistas em Campo Maior, no distrito de Portalegre, à margem da inauguração do monumento em homenagem aos combatentes daquele concelho alentejano, sublinhou que a participação do Exército nos incêndios já ultrapassou os "limites expectáveis".

"É bom ver que o Exército já está a ir muito para lá daquilo que se considerava ser os limites expectáveis de participação e, também por isso, as Forças Armadas são importantes pela capacidade de resposta operacional, pela capacidade de planeamento muito rápido, outros ramos, especificamente a Marinha, estão a disponibilizar pelotões lá onde pura e simplesmente o Exército já não tem capacidade de responder", sublinhou.

Para Azeredo Lopes, esta atuação "é importante a vários níveis", uma vez que "reforça", numa "dimensão de cidadania" aquilo que é as Forças Armadas e a sua participação no dia-a-dia em missões públicas e de interesse público.

O ministro da Defesa acrescentou ainda que acredita que as Forças Armadas estão a desenvolver um bom trabalho no terreno, acrescentando que tem também "ouvido" por parte de várias entidades e autarquias que os militares estão a "cumprir" a sua missão.

"Não se trata, portanto, de uma espécie de sindicalista das Forças Armadas, o ministro da Defesa não é um sindicalista das Forças Armadas, trata-se, isso sim, em primeiro lugar de um cidadão, como eu, que assiste e gostaria de não assistir a estes dias difíceis, mas também tenho orgulho em ver que no momento em que são necessárias as Forças Armadas estão sempre presentes", disse.

Questionado pelos jornalistas sobre o ponto da situação em relação ao furto de equipamento de militar em Tancos, divulgado a 29 de junho, Azeredo Lopes apenas disse que "não existe nenhuma novidade" para reportar em redor deste caso.

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