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Incêndios: Mais 100 patrulhas das Forças Armadas e mais 150 da GNR entre hoje e segunda -- PM

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/08/2017 Administrator

O primeiro-ministro anunciou hoje o reforço de todos os meios disponíveis para os incêndios, com o aumento de 40 para 140 de patrulhas de vigilância e dissuasão das Forças Armadas, mais 150 da GNR e dois meios aéreos.

"Com esta declaração [de calamidade pública com efeitos preventivos], vamos proceder a um reforço da mobilização de todos os meios disponíveis, particularmente reforçando as patrulhas de dissuasão e vigilância nas florestas", anunciou António Costa, em conferência de imprensa na residência oficial de São Bento, em Lisboa.

O chefe do executivo revelou que a declaração de calamidade pública com efeitos preventivos será ativada entre as 14:00 de hoje e as 24:00 de segunda-feira, em cerca de 155 concelhos sobretudo das zonas centro e interior norte do país, face ao "risco acrescido de incêndio nestes concelhos que se irá agravar progressivamente" no período de tempo abrangido.

A PSP vai colaborar no reforço anunciado, designadamente com a disponibilização de condutores para as patrulhas, e o Ministério da Agricultura fornecerá "meios móveis adaptáveis ao terreno", revelou.

De acordo com António Costa, "as Forças Armadas aumentarão, para além de todo o efetivo que já têm empenhado em diferentes missões, de 40 para 140 equipas de vigilância, e estarão acionados dois meios aéreos de vigilância, que, em particular no período noturno, poderão detetar focos de calor, tendo em conta que cerca de 40% dos incêndios têm surgido nos vários dias em período noturno".

"A presença destes elementos de vigilância área facilitará a deteção precoce deste risco de incêndio, movimentações suspeitas, permitindo as forças segurança, particularmente à GNR, uma atuação mais pronta na prevenção da criminalidade associada a este tipo de incêndios", declarou.

As medidas foram anunciadas por António Costa, acompanhado pela ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, pelo ministro da Agricultura, Capoulas Santos, e pelo secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, após uma reunião com responsáveis militares e civis.

Na reunião estiveram o chefe de Estado Maior General das Forças Armadas em exercício, o chefe do Estado Maior do Exército, o chefe de Estado Maior da Marinha, o segundo comandante da GNR, o diretor nacional da PSP, o comandante nacional de Operações de Socorro e o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses.

"Ao longo do dia de hoje, o comandante nacional das operações de socorro, em coordenação com as Forças Armadas, com as forças de segurança e com a Liga de Bombeiros, completará a mobilização do dispositivo e a sua alocação às zonas de maior risco", referiu o primeiro-ministro.

A Liga de Bombeiros Portugueses vai fazer um apelo a todas as associações de bombeiros voluntários para que reforcem as equipas de combate aos incêndios durante o período da declaração de calamidade pública com efeitos preventivos.

"Para apoiar este esforço acrescido, a declaração de calamidade recorrerá a uma figura prevista na lei que nos permite determinar a dispensa de trabalho [dos bombeiros] não só no período de empenhamento no dispositivo como nos dias subsequentes", afirmou o chefe do executivo.

António Costa anunciou que "todos os bombeiros voluntários que trabalhem para entidades públicas ou para entidades privadas terão direito a dois dias de descanso por cada dia de participação no dispositivo de combate aos incêndios neste período de calamidade, bastando para o efeito a sua confirmação por parte do comandante da respetiva de corporação".

A zona abrangida pela declaração de calamidade pública com efeitos preventivos inclui os distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, parte de Braga e de Viana do Castelo, e o Algarve.

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