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Incêndios: Marcelo confiante em "solução expedita" para familiares das vítimas

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Administrator

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mostrou-se hoje confiante de que, na reunião de Conselho de Ministros de sábado, seja encontrada "uma solução expedita que corresponda aos anseios" dos familiares das vítimas dos incêndios.

Em declarações aos jornalistas à saída de uma visita ao hospital de Viseu, Marcelo Rebelo de Sousa disse que terá havido um acordo "nas conversas havidas entre os familiares das vítimas de Pedrógão e o Governo".

"Penso que, portanto, estão criadas as condições para, na reunião de amanhã [sábado] do Conselho Ministro, como o primeiro-ministro tinha dito, se encontrar uma solução expedita que corresponda aos anseios, à vontade, dos familiares das vítimas", frisou.

Para o Presidente da República, isso terá "uma dupla vantagem: ser uma forma rápida" e também "participada pelos próprios diretamente envolvido nessa dor".

"Isso parece-me um facto a sublinhar com apreço. É bom haver essa rapidez na sequência das reuniões desta semana", salientou.

Questionado se considera estar a ser "o eucalipto do Governo", que "está a secar", Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que agora já se encontra "reformado do comentário político" e que se dedica "a uma tarefa mais importante".

"O Presidente da República, com a legitimidade que é única do tipo de eleição, tem uma responsabilidade acrescida, porque é uma espécie de último fusível de segurança do sistema", respondeu aos jornalistas.

O facto do chefe de Estado ter "os poderes mais elevados, tirando os dos tribunais, no sistema político português", também o "responsabiliza muito" e, por isso, tem de estar "próximo do povo, das populações" e de instituições como o hospital que hoje visitou, justificou.

Marcelo Rebelo de Sousa lembrou ainda que membros do Governo já passaram pelo território afetado pelos últimos incêndios, como, por exemplo, o ministro das Infraestruturas, Pedro Marques, e que houve reuniões entre o primeiro-ministro e autarcas.

"Portanto, é evidente que há um contacto permanente que o Governo tem que ter para resolver problemas", sublinhou.

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