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Incêndios: PR insiste na necessidade de consenso político na reforma da floresta

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, insistiu hoje na necessidade de existir um consenso político na reforma da floresta, criticando a diversidade de posições nos diplomas aprovados na Assembleia da República.

"Tenho pena que, olhando para os diplomas aprovados na Assembleia da República, encontre tanta diversidade de posições, não há convergência praticamente alargada quanto a todos eles, muda a votação diploma a diploma", disse hoje Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, no final de uma reunião com autarcas afetados pelos incêndios de junho na região centro.

O Presidente da República evidenciou que, se há uma convergência daquilo que há a fazer em termos da reforma florestal entre os especialistas, populações e autarcas, "é preciso ir mais longe e haver uma convergência quanto á floresta nos políticos e nos parceiros económicos e sociais".

"Vamos lá ver se isso é possível", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O PR admitiu, no entanto, que a convergência de posições "é um processo lento", frisando que os processos culturais "são os mais difíceis".

"Os processos de mentalidade, de convergência nas ideias, são os mais difíceis. Há um momento em que todos estão comovidos, emocionados e chocados. Todos mais ou menos parecem dizer o mesmo. Depois quando se trata de por de pé a solução para o problema, afinal não estavam a pensar no meesmo, estavam a pensar em coisas muito diferentes", evidenciou o chefe de Estado.

"Vamos lá ver se é possível fazer pensar o mesmo um bocadinho mais com o andar dos acontecimentos", reafirmou.

Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhado pelo primeiro-ministro, António Costa, deslocou-se hoje aos concelhos de Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande e Castanheira de Pera, os três municípios mais afetados pelos incêndios de junho, que provocaram pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos.

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