Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Incêndios: Presidente do parlamento dos Açores expressa "profundo pesar"

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Administrator

A presidente do parlamento dos Açores, Ana Luís, expressou hoje o seu "profundo pesar" aos familiares e amigos das vítimas dos "trágicos incêndios" que assolaram o país.

"A presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores expressa o seu profundo pesar e as mais sinceras condolências a todos os familiares e amigos das vítimas dos trágicos incêndios que assolaram o centro e norte do país", lê-se numa mensagem disponibilizada no sítio na Internet do parlamento açoriano.

Ana Luís manifesta ainda a sua solidariedade, "neste momento de dor e de consternação", dirigindo, também, "uma palavra de reconhecimento a todos aqueles que, com coragem e com verdadeiro espírito de abnegação, combatem e prestam apoio aos sinistrados".

Os trabalhos do plenário de outubro do parlamento dos Açores, que deveriam começar hoje de manhã, foram adiados para quarta-feira, com início às 15:00 locais (mais uma hora em Lisboa) devido ao luto nacional.

Segundo a Assembleia Legislativa, com sede na Horta, ilha do Faial, os trabalhos vão começar "com a leitura de um voto de pesar, subscrito por todos os grupos e representações parlamentares, seguido de um minuto de silêncio" pelas vítimas dos incêndios.

O Governo aprovou na segunda-feira por via eletrónica, em Conselho de Ministros extraordinário, o decreto que declara luto nacional hoje, quarta-feira e quinta-feira como forma de pesar e solidariedade pelas vítimas dos incêndios.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 37 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou 64 mortos e mais de 250 feridos.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon