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Incêndios: Quinze feridos internados em Viseu estão com "bom prognóstico"

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Administrator

Os 15 feridos que ainda se encontram internados no Centro Hospitalar Tondela Viseu na sequência dos incêndios de domingo estão com "bom prognóstico" e a ter uma "boa evolução", disse hoje o presidente da instituição, Cílio Correia.

Em declarações aos jornalistas após uma visita do Presidente da República, Cílio Correia explicou que, neste momento, nenhum dos feridos corre risco de vida, "ainda que haja um doente que está na Unidade de Cuidados Intermédios Cirúrgicos que é um caso mais delicado, mas que está a evoluir muito bem".

O responsável admitiu que, devido à inalação dos fumos sentidos durante vários dias na região, o hospital possa ainda vir a receber mais pessoas afetadas pelos incêndios.

"Esta chuva melhorou o ambiente, mas estamos à espera de que possam aparecer sequelas em doentes bronquíticos crónicos, já com passado de dificuldade respiratória, e que possam vir a recorrer ao serviço de urgência", afirmou.

Segundo Cílio Correia, na sequência dos incêndios que afetaram vários concelhos do distrito de Viseu, deram entrada no hospital no período mais crítico "cerca de 80 doentes dos vários sítios, uns com ferimentos mais graves, outros menos graves".

"Respondemos em tempo e os profissionais merecem todo o reconhecimento, porque estavam na hora em que era preciso, alguns dos quais se deslocaram de casa para cá", afirmou.

Cílio Correia disse que alguns dos profissionais deslocaram-se para o hospital "por sua livre e espontânea vontade" e outros porque foram chamados para reforçar as equipas de serviço no âmbito do plano de catástrofe, que foi acionado.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano, segundo as autoridades, provocaram 43 mortos e cerca de 70 feridos, mais de uma dezena dos quais graves.

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, em junho, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 vítimas mortais e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia deste fogo.

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