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Incêndios: Tragédia marcou audiências televisivas em outubro com TVI a liderar

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/10/2017 Administrator

Os incêndios que deflagraram em meados de outubro, provocando dezenas de mortos, mobilizaram "a atenção da opinião pública", o que se refletiu nas audiências televisivas, destacando-se a TVI como o canal mais visto, foi hoje anunciado.

"A mais recente tragédia provocada pelos incêndios em Portugal mobilizou nos últimos dias a atenção da opinião pública. A performance dos especiais de informação esteve em destaque na semana de 16 a 22 de outubro", indica em comunicado a agência de serviços Initiative, do grupo IPG Mediabrands, que analisou as audiências televisivas.

De acordo com aquela entidade, a comunicação do Presidente da República, transmitido pela estação pública RTP em 17 de outubro, "foi o terceiro [programa] visto pelos portugueses no acumulado da semana, registando uma audiência média de 1,2 milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 30%".

"O discurso de Marcelo Rebelo de Sousa foi apenas superado pelo jogo para a Liga dos Campeões, entre o Leipzig contra o FC Porto transmitido também na RTP1, e pela telenovela de horário nobre 'A Herdeira' na TVI", nota a Initiative.

Aludindo aos especiais de informação transmitidos pelas estações de televisão, refere que a reportagem da TVI "O pior dia das nossas vidas" ocupou o quarto lugar de programas mais vistos da semana, enquanto a da SIC "Nunca Mais" ficou na sexta posição.

Quanto aos canais com mais espectadores, "a TVI continua a ser o canal generalista mais visto, com um share acumulado na semana em análise de 22,6%, seguida pela SIC com 19,9% e RTP1 com 13,8%", adianta.

As centenas de incêndios que deflagraram no dia 15 de outubro, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram 45 mortos e cerca de 70 feridos, perto de uma dezena dos quais graves.

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos em Portugal, depois de Pedrógão Grande, em junho deste ano, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 mortos e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia deste fogo.

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