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Integrar intervalos e pausas do 1.º ciclo no tempo letivo do professor é restituir um direito - ministro

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/07/2017 Administrator

O ministro da Educação disse hoje que a integração do intervalo da manhã do 1.º ciclo do ensino básico, como tempo letivo do professor, representa restituir um direito destes professores, retirado durante o período da 'troika'.

"Nos tempos da 'troika' a monodocência do 1.º ciclo sofreu um aumento da sua componente letiva, ao contrário dos professores do 2.º, 3.º ciclos e secundário que têm os intervalos na sua componente letiva", explicou o ministro.

Tiago Brandão Rodrigues respondia hoje em direto a perguntas dos internautas nas redes sociais do Partido Socialista, no âmbito do programa PS em Diálogo, uma ação para sinalizar a abertura à participação dos cidadãos, independentemente da sua filiação, na discussão de temas de relevante interesse e de atualidade.

Uma das questões prendia-se com a notícia avançada hoje pelo Jornal de Noticias de que, a partir de setembro, os alunos do 1.º ciclo terão menos meia hora de aulas por dia o que corresponde a uma redução de duas horas e meia no horário letivo por semana.

O jornal avança ainda que a mudança resulta da decisão do Ministério da Educação de integrar o intervalo a meio da manhã na componente letiva dos docentes que tem sido reclamado pelas federações nacionais dos professores.

Os professores têm de cumprir cinco horas letivas por dia (25 horas por semana) e hoje as cinco horas são despendidas a lecionar as disciplinas e no apoio ao estudo.

A partir do próximo ano letivo, a pausa a meio da manhã de 30 minutos passa a contar para esse tempo letivo e, por isso, sobrarão quatro horas e meia para lecionar as disciplinas.

"Restitui um direito dos professores e alicerça a componente letiva nos intervalos, algo fundamental. E vem restituir um direito. Era importante repor esta injustiça", disse hoje o ministro da Educação.

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