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Investigação ao ataque químico na Síria pode ser prolongada

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/10/2017 Administrator

O Conselho de Segurança das Nações Unidas deverá votar e decidir hoje o prolongamento, ou não, da investigação sobre os ataques com armas químicas na Síria, em abril, indicaram na segunda-feira fontes diplomáticas.

Esta medida [o prolongamento da investigação] corre o risco de ser bloqueada com um veto da Rússia - membro permanente do Conselho de Segurança e aliado do regime do presidente sírio, Bashar al-Assad.

A 04 de abril, a pequena localidade de Khan Sheikhun, controlada por rebeldes e 'jihadistas', foi atacada com armas químicas. O ataque fez mais de 80 mortos e desencadeou um contragolpe dos Estados Unidos com 59 mísseis de cruzeiro contra a base aérea de onde terão partido os aviões com o agente químico.

O diretor da Organização para a Proibição de Armas Químicas, Ahmet Üzümcü, indicou no início de outubro que o agente neurotóxico sarin foi usado no noroeste da Síria em março, cinco dias antes do ataque a Khan Sheikhun.

Os peritos da OPAQ concluíram em junho que foi usado sarin em Khan Sheikhun, mas não apontaram responsáveis.

Em setembro, investigadores da ONU afirmaram pela primeira vez, num relatório sobre a situação de direitos humanos na Síria, que o governo de Bashar al-Assad era responsável.

Damasco recusa, assegurando não usar armas químicas contra o seu povo.

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