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Investimentos, comércio e segurança preencheram cimeira Índia-UE

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/10/2017 Administrator

Um investimento europeu de 1,3 mil milhões de euros na Índia, o comércio e a luta contra o terrorismo foram alguns dos pontos debatidos na XIV cimeira entre a União Europeia e a Índia, realizada hoje em Nova Deli.

Numa conferência de imprensa conjunta, o Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, deixaram claras as suas prioridades durante a cimeira.

Modi destacou a decisão de "fortalecer" a cooperação na área de segurança entre a Índia e a União Europeia (UE), além de trabalharem juntos na luta contra o terrorismo no âmbito bilateral e multilateral.

Além disso, o primeiro-ministro indiano aplaudiu o anúncio do Banco Europeu de Investimento sobre a aprovação de 800 milhões de euros para projetos de energias renováveis na Índia e 500 milhões para a ampliação do metro de Bangalore, no sul da Índia.

As referências às negociações para um tratado de livre comércio foram mais discretas por parte da Índia, que assegurou que "também está comprometida" em trabalhar com a UE para "fortalecer (...) os fluxos comerciais e o investimento".

O tom contrastou com a firmeza manifestada por Juncker em apoio a um avanço definitivo na negociação comercial.

"Creio que é o momento para um acordo de livre comércio entre a Índia e a União Europeia", referiu Juncker durante a conferência de imprensa, destacando também a necessidade de uma harmonização nos sistemas de intercâmbio de dados para facilitar os acordos entre as duas partes.

A União Europeia e a Índia começaram as negociações para a assinatura de um acordo de livre comércio em 2007, mas as partes não conseguiram reduzir as suas diferenças e aproximar posições.

Donald Tusk sublinhou o valor dos tratados comerciais "livres e justos", porque, além de ajudar economicamente as companhias e cidadãos, "fortalecem e defendem" a ordem internacional e o "nosso modo de vida".

A Índia, em contrapartida, mostra-se preocupada com o setor dos automóveis, entre outros, que poderiam ser afetados por esta abertura, além disso, Nova Deli quer acordos em outras áreas, como a relacionada com vistos.

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